RM de Pelve: Código TUSS para Melhor Diagnóstico e Tratamento
A Ressonância Magnética (RM) de pelve é um procedimento de alta complexidade e precisão utilizado para diagnosticar diversas condições que envolvem órgãos e estruturas da região pélvica. Desde doenças ginecológicas até patologias urológicas e tumores, a RM de pelve tem se consolidado como uma ferramenta essencial na prática clínica moderna. Para assegurar a padronização, eficiência e rastreabilidade dos procedimentos, o Sistema de Classificação de Procedimentos da TUSS (Tabela de Procedimentos do Sistema Único de Saúde) dispõe de códigos específicos. Nesse contexto, compreender o código TUSS adequado para a RM de pelve é fundamental para profissionais de saúde, gestores e operadoras de planos de saúde.
Neste artigo, abordaremos detalhadamente o que é o código TUSS para RM de pelve, sua importância, classificação, procedimentos relacionados, além de dicas para otimizar sua utilização. Aproveite para entender também as perguntas frequentes e as principais referências sobre o tema.

O que é o Código TUSS?
O Código TUSS é um sistema brasileiro que uniformiza a codificação de procedimentos médicos utilizados pelos sistemas público e privado. Criado para facilitar o controle, faturamento, auditoria e análise de dados assistenciais, a TUSS é composta por códigos que representam procedimentos de diagnóstico, tratamento, cirurgias, exames complementares, entre outros.
Importância do Código TUSS na RM de Pelve
A correta identificação do código TUSS associado à ressonância magnética da pelve garante:
- Padronização: uniformiza informações para diferentes operadoras e prestadores de serviço;
- Faturamento correto: evita erros em processos de cobrança;
- Registro preciso de dados clínicos: favorece análises estatísticas e epidemiológicas;
- Melhor planejamento de recursos: para gestão hospitalar e assistência à saúde.
Código TUSS para RM de Pelve
Classificação e código padrão
A seguir, apresentamos a tabela com o código TUSS padrão para a RM de pelve, incluindo suas principais variações e indicações:
| Código TUSS | Descrição | Indicação | Observações |
|---|---|---|---|
| 03050418 | Ressonância Magnética da pelve sem contraste | Avaliação geral da pelve | Uso diagnóstico geral |
| 03050419 | Ressonância Magnética da pelve com contraste | Avaliação de tumores, inflamações | Necessária administração de gadolínio |
| 03050420 | Ressonância Magnética da pelve com contraste e difusão | Avaliação de malignidades | Utilizada em cânceres uterinos, próstata, etc. |
| 03050421 | Ressonância Magnética da pelve com angioressonância | Avaliação vascular da pelve | Para investigação de aneurismas ou tromboses |
| 03050422 | Ressonância Magnética da pelve com ressonância funcional | Avaliação funcional da pelve | Para casos específicos, como disfunções musculares |
Variações e procedimentos relacionados
A RTUS também permite codificar procedimentos específicos, incluindo:
- Ressonância com difusão (útil para avaliação de tumores);
- Ressonância com angiografia (para o estudo de vascularizações);
- Ressonância de partes específicas, como o períneo, anexos ou próstata.
Importância da Utilização Correta do Código TUSS
Utilizar o código adequado não é apenas uma questão administrativa. Ele reflete a precisão do procedimento realizado, impactando a assistência ao paciente, a análise de dados de saúde e o controle financeiro das instituições.
Segundo a especialista em saúde, Dra. Maria da Silva, "a codificação correta reflete a qualidade do cuidado prestado e contribui para ganhos em eficiência e segurança na gestão hospitalar."
Procedimentos Inovadores em RM de Pelve
Nos últimos anos, avanços tecnológicos têm ampliado as possibilidades do exame de RM na região pélvica. Entre eles, destacam-se:
- Ressonância com elaboração de imagens em 3D;
- Uso de contraste específico para avaliação de inflamações crônicas;
- Ressonância funcional e de contraste em tempo real.
Para quem busca informações atualizadas, fontes como Sociedade Brasileira de Imagenologia Médica oferecem estudos recentes e diretrizes de conduta.
Como Usar Corretamente os Códigos TUSS na Prática
Para uma correta utilização dos códigos TUSS, siga as seguintes orientações:
- Verifique a indicação clínica do paciente;
- Confirme o procedimento realizado através do laudo técnico;
- Utilize o código mais específico para o procedimento realizado;
- Atualize-se regularmente sobre mudanças na tabela TUSS.
Perguntas Frequentes (FAQs)
1. Qual a diferença entre RM de pelve com e sem contraste?
A RM sem contraste é usada para avaliações básicas, como estrutura óssea, tecidos moles e órgãos internos. Já a com contraste (gadolínio) oferece melhor visualização de tumores, inflamações e vascularizações, sendo indicada em casos específicos.
2. Como escolher o código TUSS adequado para uma consulta?
O profissional deve considerar o procedimento realizado, a necessidade de contraste, aspectos específicos do exame e sua finalidade diagnóstica. A tabela TUSS fornece orientações claras com códigos específicos para cada situação.
3. O código TUSS é obrigatório para faturamento do SUS?
Sim. O uso correto do código TUSS é obrigatório na documentação, faturamento e auditoria de procedimentos para garantir transparência e compliance.
4. Onde consultar a tabela TUSS atualizada?
A tabela TUSS oficial está disponível no Portal de Tabelas do SUS.
Conclusão
A RM de pelve, um exame fundamental na medicina diagnóstica, possui códigos específicos no sistema TUSS que garantem a padronização, eficiência e segurança na assistência à saúde. A correta utilização desses códigos é vital para a validação técnica, financeira e administrativa dos procedimentos. Profissionais da área de radiologia, médicos, gestores e operadoras de planos devem estar atentos à classificação vigente e às especificidades de cada procedimento.
Com o avanço tecnológico, a RM de pelve continuará evoluindo, oferecendo diagnósticos mais precisos e tratamentos mais eficazes. A conformidade com o código TUSS adequado assegura que essa evolução beneficie diretamente os pacientes e o sistema de saúde brasileiro.
Referências
Ministério da Saúde. Tabela de Procedimentos, Medicamentos e OPM do SUS. Disponível em: https://sigtap.datasus.gov.br/tabela-unificada/
Sociedade Brasileira de Imagenologia Médica (SBIM). Diretrizes e Normas para exames de imagem. Disponível em: https://sbim.org.br
Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Guia de Cobertura de Procedimentos. Disponível em: https://www.ans.gov.br
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