Regências Nominal e Verbal: Guia Completo e Otimizado para SEO
A língua portuguesa é rica em regras gramaticais que garantem a clareza e a coerência na comunicação. Entre esses aspectos, as regras de regência verbal e nominal desempenham um papel fundamental na construção de frases corretas e precisas. Entender a diferença e o funcionamento dessas regências é essencial tanto para estudantes quanto para profissionais que desejam aprimorar sua escrita e evitar ambiguidades.
Este guia completo irá abordar detalhadamente o conceito de regência nominal e verbal, suas diferenças, exemplos práticos, dicas de uso, além de responder às principais dúvidas relacionadas. Nosso objetivo é oferecer um conteúdo otimizado para SEO, com informações precisas e bem estruturadas para facilitar o seu entendimento e aprendizado.

O que é Regência na Língua Portuguesa?
A regência é a relação de dependência que uma palavra mantém com outra na formação de uma oração. Essa relação influencia a escolha de preposições e outras estruturas que conectam palavras na frase.
De modo geral, podemos dividir a regência em duas categorias principais:- Regência Nominal- Regência Verbal
Cada uma possui regras específicas que determinam quais preposições ou estruturas devem ser utilizadas para estabelecer uma relação adequada entre os termos.
Regência Nominal: Definição e Uso
O que é Regência Nominal?
A regência nominal refere-se à relação de dependência que um substantivo, adjetivo ou advérbio possui com outros termos da oração, especialmente no que diz respeito ao uso de preposições.

(Imagem ilustrativa para facilitar a compreensão)
Exemplos de Regência Nominal
| Palavra (Substantivo, Adjetivo ou Advérbio) | Preposição | Termo Regente | Exemplo de Uso |
|---|---|---|---|
| Interesse | em | Interesse | Tenho interesse em aprender mais. |
| Possibilidade | de | Possibilidade | Existe de haver problemas. |
| Confiança | em | Confiança | Ela tem muita confiança em si. |
| Amigo | de | Amigo | Ela é amiga de todos. |
Regras Gerais para a Regência Nominal
- Substantivos frequentemente exigem preposições específicas; por exemplo, interesse em, necessidade de, certeza de.
- Adjetivos também apresentam regência própria, como orgulhoso de, compatível com.
- Advérbios geralmente não se regem por preposição, mas há exceções dependendo do contexto.
Dicas para Identificar a Regência Nominal
- Observe o núcleo da expressão (substantivo, adjetivo, advérbio).
- Pesquise a preposição que costuma acompanhar aquele termo, pois algumas palavras exigem preposições específicas.
- Consulte gramáticas confiáveis ou dicionários que indicam regências para evitar erros.
Regência Verbal: Definição e Uso
O que é Regência Verbal?
A regência verbal refere-se à relação que um verbo estabelece com seus complementos ou objetos, indicados através de preposições. Essa regência pode alterar completamente o significado de uma frase, dependendo da preposição escolhida.

(Imagem ilustrativa para facilitar a compreensão)
Exemplos de Regência Verbal
| Verbo | Preposição | Complemento | Exemplo de Uso |
|---|---|---|---|
| Assistir | a | Assistir a uma aula | Ela vai assistir a uma palestra hoje. |
| Terminou | com | Terminou com o projeto | Ele terminou com o trabalho cedo. |
| Gostar | de | Gosta de música | Ela gosta de música clássica. |
| Pensar | em | Pensar em soluções | Estamos pensando em novas estratégias. |
Regras Gerais para a Regência Verbal
- Verbo transitivo direto não exige preposição (ex.: comprar o livro).
- Verbo transitivo indireto exige preposição adequada ao seu significado (ex.: precisar de, assistir a).
- Verbo intransitivo não exige complemento ou preposição.
Exemplos de Verbos com Preposições Comuns
| Verbo | Preposição | Significado Relevante |
|---|---|---|
| Aumentar | em | Aumentar em importância ou valor |
| Concordar | com | Concordar com alguém ou alguma coisa |
| Depender | de | Depender de fatores externos |
| Participar | de | Participar de eventos ou ações |
Para entender mais sobre a regência verbal, acesse este material Regência Verbal e Nominal - Dúvidas Frequentes.
Diferenças entre Regência Nominal e Verbal
| Aspecto | Regência Nominal | Regência Verbal |
|---|---|---|
| Núcleo da relação | Substantivos, adjetivos, advérbios | Verbos |
| Tipo de relação | Dependência com termos associados por preposições | Relação entre verbo e seus complementos |
| Exemplo | Interesse em algo, Orgulho de alguém | Gostar de, Assistir a |
| Foco principal | Relações expressas por nomes e advérbios | Relações de ação ou estado |
Laços de Importância e Uso Correto
Entender o uso adequado de regência é fundamental para evitar ambiguidades e garantir clareza na comunicação. Como disse o gramático Celso Cunha:
“A regência correta é a base de uma escrita clara e eficiente.”
Saber distinguir e aplicar corretamente as regras de regência melhora a qualidade do texto, tornando-o mais profissional e compreensível.
Perguntas Frequentes (FAQs)
1. Qual a principal diferença entre regência nominal e verbal?
A principal diferença está no núcleo da relação. A regência nominal lida com nomes, ou seja, substantivos, adjetivos e advérbios, enquanto a regência verbal refere-se à relação entre verbos e seus complementos.
2. Quando usar a preposição “em” na regência nominal?
Use “em” com substantivos ou adjetivos que exigem essa preposição, como em: interesse em, confiança em, esperança em.
3. Como saber qual preposição usar após um verbo?
O melhor método é consultar dicionários, gramáticas ou fontes confiáveis que indique a regência de cada verbo. Além disso, praticar a leitura e a escrita ajuda a internalizar essas regras.
4. É possível cometer erros de regência na escrita formal?
Sim. Analisar cuidadosamente a relação entre os termos da frase e consultar fontes confiáveis ajuda a evitar esses erros. Além disso, o uso de corretor ortográfico com dicas gramaticais pode auxiliar.
5. Existe alguma lista de verbos que exigem regência específica?
Sim, várias listas estão disponíveis em gramáticas e livros de português, destacando verbos como assistir a, pensar em, gostar de, entre outros.
Conclusão
A compreensão e o uso correto da regência nominal e verbal são essenciais para aprimorar a comunicação escrita e oral. Conhecer as regras ajuda na elaboração de textos mais claros, precisos e profissionais.
Lembre-se de que a prática constante, a consulta a fontes confiáveis e a atenção aos detalhes são fundamentais para dominar essas regras. Como afirmou Guimarães Rosa, grande escritor brasileiro:
“A palavra é o produto mais perfeito da cultura.”
Portanto, investir tempo no estudo da regência é investir na qualidade da sua expressão linguística.
Referências
- Cunha, Celso. * gramática da língua portuguesa*. Editora José Agostinho.
- Bechara, Ib disk. Gramática Normativa. Atual, 2020.
- Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa. Disponível em: https://dicionario.priberam.org/
- Sant’Anna, Evanildo. Moderna Gramática Portuguesa. Editora Nova Fronteira, 2014.
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