Qual o Coletivo de Ladrão: Saiba Como Chamá-los Corretamente
A língua portuguesa é repleta de detalhes interessantes, entre eles a existência de coletivos específicos para diferentes grupos de seres vivos ou objetos. Quando se trata de seres humanos envolvidos em atividades ilegais, como o roubo ou furto, surge a dúvida: qual o coletivo de ladrão? Essa questão, embora pareça simples, envolve nuances da língua e do uso popular, além de referências históricas e culturais.
Neste artigo, vamos explorar tudo que você precisa saber sobre o tema. Desde a origem dos coletivos na língua portuguesa, passando pelas expressões populares, até dicas de como usar corretamente esses termos no seu dia a dia ou na sua redação.

O que é um coletivo na língua portuguesa?
Antes de especificar o coletivo de ladrão, é importante entender o conceito de coletivos na língua portuguesa.
Coletivos são palavras que designam um conjunto de seres ou objetos no singular, mesmo se referindo a várias unidades. Por exemplo:
- Manada (grupo de animais)
- Cardume (peixeiras)
- Bando (grupo de aves ou animais selvagens)
- Povo (grupo de pessoas)
Esses termos deixam a comunicação mais fluida e refinada, além de evitar repetições desnecessárias.
O coletivo de ladrão: existe?
Ao tratar de seres humanos, muitos coletivos tradicionais se perdem ou deixam de ser utilizados na linguagem moderna. Quando falamos de um grupo de ladrões, a dúvida central é se existe um termo específico ou um coletivo correspondente.
Resposta rápida: Não há um coletivo oficial e consensual de ladrões na língua portuguesa.
No entanto, há expressões e usos populares que podem indicar um grupo de ladrões, dependendo do contexto.
Termos informais e populares
Na linguagem informal e na cultura popular brasileira, há algumas expressões que são utilizadas para identificar um grupo de ladrões, como:
- Quadrilha
- Cúmplice
- Organização (quando há um grupo estruturado)
Mas, em termos de colecionar uma expressão gramatical ou técnica, não existe um termo oficial ou coletivo universalmente reconhecido para ladrões.
Termos relacionados ao contexto de ladrões
Apesar da ausência de um coletivo específico, é válido conhecer alguns outros termos que frequentemente aparecem associados a grupos de ladrões ou atividades criminosas semelhantes.
| Termo | Significado | Uso comum |
|---|---|---|
| Quadrilha | Grupo organizado de criminosos | Usado amplamente na mídia e no direito penal |
| Bandos | Grupos de pessoas, muitas vezes envolvidos em delitos | Mais antigo, em uso literário e histórico |
| Cúmplices | Pessoas que ajudam ou colaboram com ladrões | Para indivíduos que colaboram com ladrões |
| Gangue | Grupo de criminosos, muitas vezes armados | Como sinônimo de grupo de ladrões, com conotação mais violenta |
| Organização criminosa | Estrutura criminosa estruturada e hierárquica | Uso formal e legal em contextos de segurança |
Fonte: Direito Penal - Organização Criminosa
Como se refere a um grupo de ladrões na prática?
Apesar de não existir um coletivos oficial na norma culta, na prática, as expressões mais utilizadas são:
- Quadrilha de ladrões
- Bando de criminosos
- Gangue de ladrões
Essas expressões são comuns na mídia, em reportagens policiais, histórias de crime e na literatura policial.
O uso de "quadrilha"
Na legislação brasileira, especialmente na Lei nº 9.034/95, o termo quadrilha aparece frequentemente, pois refere-se a grupos criminosos envolvidos em crimes como roubos, furtos, tráfico de drogas, entre outros.
"A quadrilha de ladrões foi presa após meses de investigação."
Considerações culturais
No Brasil, "quadrilha" também tem conotações culturais, como a famosa "Quadrilha Junina", cuja origem vem de termos portugueses, mas, no contexto criminal, refere-se a um grupo organizado.
Como usar corretamente os termos relacionados
Apesar de não existirem coletivos oficiais, o uso dos termos deve seguir o contexto:
- Quadrilha de ladrões — para grupos organizados, especialmente em contexto policial ou jurídico.
- Bando — mais antigo, em uso mais literário ou histórico.
- Gangue — para grupos mais violentos ou armados.
- Organização criminosa — termo técnico e formal, usado em documentos oficiais e na legislação.
Perguntas frequentes (FAQ)
1. Existe um coletivo oficial para ladrões na língua portuguesa?
Resposta: Não, não há um coletivo oficial ou reconhecido pela gramática portuguesa para ladrões. As expressões mais usadas são "quadrilha", "gangue" ou "bando", dependendo do contexto.
2. Qual o termo mais adequado para um grupo de ladrões na polícia?
Resposta: O termo mais utilizado na legislação brasileira é "quadrilha", que aparece na Lei nº 9.034/95, referindo-se a uma organização criminosa.
3. Posso usar "bando" para me referir a um grupo de ladrões?
Resposta: Sim, "bando" é uma palavra que pode ser usada, embora seja mais comum em textos literários ou históricos.
4. Qual a diferença entre "gangue" e "quadrilha"?
Resposta: "Gangue" costuma ter uma conotação mais violenta e arrojada, muitas vezes relacionada ao crime organizado e à violência, enquanto "quadrilha" refere-se a um grupo organizado de criminosos, especialmente em crimes de roubo ou furto.
5. Como melhorar minha redação ao falar de grupos de ladrões?
Resposta: Utilize termos específicos ao contexto, como "quadrilha de ladrões" para contextos legais ou policiais, ou "bando" em narrativas mais antigas ou literárias. Sempre considere a formalidade do texto.
Conclusão
Apesar de não existir um coletivo oficial ou uma palavra única que designa um grupo de ladrões na língua portuguesa, o importante é compreender o contexto e usar os termos mais adequados. A expressão mais prática e comum no Brasil é "quadrilha de ladrões", especialmente em contextos policiais e jurídicos.
Saber como se referir a esses grupos de maneira correta enriquece sua comunicação, evita ambiguidades e demonstra domínio da língua. Seja em textos formais, informe-se sobre os termos mais utilizados ou simplesmente escolha a expressão mais adequada ao seu propósito.
Referências
- JusBrasil - Organização Criminosa
- Dicionário Aurélio - Coletivos
- Lei nº 9.034/95 - Código Penal Brasileiro
Lembre-se: A precisão na linguagem contribui para uma comunicação clara, sobretudo ao tratar de assuntos sensíveis como a criminalidade. Use sempre os termos adequados e evite confusões.
MDBF