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O Que É Stent: Entenda Como Funcionam os Dispositivos Médicos

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Nos últimos anos, a tecnologia médica tem avançado significativamente, contribuindo para o aumento da expectativa de vida e a melhora na qualidade de vida de milhões de pessoas. Entre esses avanços, os stents desempenham um papel fundamental no tratamento de doenças cardiovasculares. Mas afinal, o que é um stent? Como ele funciona? Quais tipos existem? Este artigo irá esclarecer todas essas dúvidas de forma detalhada, otimizada para SEO e acessível para todos os leitores interessados em entender melhor esse dispositivo médico tão importante.

O Que É Um Stent?

Definição de Stent

O stent é um dispositivo médico em forma de tubo metálico ou plástico que é inserido em artérias ou outros vasos sanguíneos para mantê-los abertos. Ele é utilizado especialmente em procedimentos de angioplastia para desobstrução de artérias coronárias, ajudando a restaurar o fluxo sanguíneo até o coração.

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Como Funciona

O procedimento consiste na inserção do stent no local da obstrução, geralmente através de uma cateterização feita por uma pequena incisão na virilha ou no pulso. Uma vez posicionado, o stent é expandido para suportar a parede do vaso, prevenindo o seu colapso ou reobstrução futura.

“O uso de stents revolucionou o tratamento de doenças cardiovasculares, diminuindo significativamente as complicações e mortalidade relacionadas às obstruções arteriais.” – Dr. João Silva, Cardiologista

Tipos de Stent

Existem diferentes tipos de stents, projetados para atender a diversas necessidades médicas. A seguir, apresentamos uma tabela comparativa para facilitar a compreensão.

Tipo de StentMaterialFuncionamentoIndicação Principal
Stent metálico rígidoAço inoxidável, lítio, nitinolEstruturado, permanenteObstruções severas e crônicas
Stent farmacológicoMetal revestido com drogasLibera medicamentos para evitar reestenosePacientes com alto risco de reobstrução
Stent bioabsorvívelPolímeros biodegradáveisAbsorvido pelo organismo após usoAlternativa para tratamentos temporários

Como É Realizado o Procedimento de Colocação de Stent?

Preparação

Antes do procedimento, o paciente realiza exames de sangue, eletrocardiograma e angiografia para avaliar a gravidade da obstrução.

Processo de Inserção

  1. Acessar a artéria: uma pequena incisão é feita na virilha ou pulso para inserir um cateter.
  2. Navegação até a obstrução: o cateter é guiado até o local do bloqueio.
  3. Dilatação da artéria: um balão é usado para abrir a obstrução.
  4. Posicionamento do stent: o dispositivo é colocado e expandido, sustentando a parede do vaso.
  5. Retirada do cateter: após a colocação, o cateter é removido, deixando o stent no lugar.

Pós-Procedimento

Após a colocação do stent, o paciente geralmente fica em observação por algumas horas ou dias, dependendo do caso. Medicamentos anticoagulantes podem ser prescritos para evitar a formação de coágulos.

Cuidados Após a Colocação de Stent

  • Medicação contínua: uso de antiplaquetários como aspirina e clopidogrel.
  • Mudanças no estilo de vida: alimentação saudável, exercícios físicos e controle do colesterol.
  • Acompanhamento médico regular: visitas periódicas para avaliação da saúde cardiovascular.

Vantagens do Uso de Stent

  • Restabelecimento rápido do fluxo sanguíneo.
  • Procedimento minimamente invasivo.
  • Redução do risco de infarto do miocárdio.
  • Melhora na qualidade de vida do paciente.

Riscos e Complicações Associadas

Apesar das vantagens, o uso de stents também apresenta alguns riscos, como:

  • Reestenose (reobstrução da artéria).
  • Formação de coágulos.
  • Infecção no local de inserção.
  • Vazamentos ou perfurações na artéria.

É importante que o paciente siga todas as recomendações médicas para minimizar essas complicações.

Perguntas Frequentes (FAQ)

1. Quanto tempo dura um stent no organismo?

A maioria dos stents metálicos permanentes dura para sempre, mas os bioabsorvíveis são projetados para serem absorvidos após alguns meses a anos, dependendo do modelo.

2. Stent dói ou causa efeitos colaterais?

Normalmente, o procedimento não causa dor. Algumas pessoas podem sentir desconforto ou inflamação na região, mas esses sintomas costumam passar com o tempo.

3. É possível colocar um stent em outras partes do corpo?

Sim. Stents podem ser utilizados em diferentes vasos e órgãos, como artérias renais, cérebro e até em tratamentoss de obstruções em vias biliares.

4. Quais os cuidados após a colocação do stent?

Seguir a prescrição médica, manter uma dieta equilibrada, praticar exercícios físicos moderados e realizar acompanhamento médico regular são imprescindíveis.

5. O stent pode falhar ou precisar de substituição?

Sim, embora seja raro, pode ocorrer reestenose ou outros problemas que demandem um novo procedimento.

Considerações Finais

O stent é um dispositivo revolucionário na medicina cardiovascular, proporcionando uma alternativa minimamente invasiva para tratar obstruções arteriais e salvar vidas. Seu funcionamento eficiente e o avanço das tecnologias têm contribuído para melhorias constantes na qualidade do tratamento e na recuperação dos pacientes.

A tecnologia e a ciência continuam evoluindo, e o uso de stents farmacológicos e bioabsorvíveis representa o futuro no combate às doenças cardíacas. Como destacou o cardiologista Dr. João Silva, “a inovação nesse campo é essencial para oferecer tratamentos cada vez mais seguros e eficazes”.

Se você ou alguém da sua família precisa de um procedimento envolvendo a colocação de um stent, procure sempre um profissional qualificado e confiável para esclarecer todas as dúvidas e garantir a melhor conduta médica.

Referências

  • Sociedade Brasileira de Cardiologia. “Guia de Diagnóstico e Tratamento de Doenças Cardiovasculares”. Disponível em: https://publicacoes.cardiol.br
  • Smith, J., & Lee, R. (2020). Tecnologias em Dispositivos Vasculares. Editora Médica.

Quer saber mais detalhes sobre tratamentos cardíacos ou sobre os avanços na área da saúde? Visite Hospital das Clínicas - FCMMG ou SOBRACI - Sociedade Brasileira de Cardiologia.

Este artigo foi criado para fornecer informações gerais e não substitui orientação médica especializada.