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Meu Marido Não Cortou o Cordão Umbilical: Entenda o Caso e Cuidados

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A chegada de um bebê é um momento de muita alegria, emoções e dúvidas. Uma das questões mais comuns durante o parto é relacionada ao corte do cordão umbilical. Quando o marido ou outro acompanhante não realiza esse procedimento, muitas pessoas se perguntam se há algum problema ou se isso pode afetar a saúde do recém-nascido. Neste artigo, vamos abordar essa temática de forma detalhada, esclarecendo dúvidas, explicando os cuidados necessários e apresentando informações importantes para os pais.

Introdução

O cordão umbilical possui um papel vital no desenvolvimento do bebê durante a gestação, funcionando como uma ligação direta entre a mãe e o recém-nascido, transportando oxigênio e nutrientes. Tradicionalmente, a rotina do parto inclui o corte do cordão umbilical por parte do médico, assistente ou acompanhante escolhido pelos pais. Contudo, às vezes, essa tarefa fica a cargo de profissionais de saúde, e o papel do marido ou parceiro pode variar de acordo com a cultura, preferência ou situações particulares.

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"O mais importante durante o nascimento não é quem corta o cordão, mas garantir que o bebê e a mãe estejam seguros e bem cuidados." — Fonte: Organização Mundial da Saúde (OMS).

Se você está se perguntando por que seu marido não cortou o cordão ou se isso representa algum risco, continue a leitura. Este artigo visa esclarecer todas essas dúvidas, abordando desde os aspectos médicos até os cuidados pós-parto.

Por que o marido ou acompanhante não corta o cordão umbilical?

Existem diferentes razões pelas quais o corte do cordão umbilical pode não ser realizado pelo parceiro ou acompanhante:

Razões médicas

  • Corte feito por profissionais treinados: Em muitos hospitais e centros de parto, o corte do cordão é realizado por uma equipe treinada, considerando a técnica mais segura e eficiente.
  • Procedimentos específicos de parto: Em casos de partos naturais ou cesáreas, o momento de corte pode variar de acordo com a orientação médica.
  • Situação de emergência: Caso haja complicações, o foco dos profissionais é garantir a saúde da mãe e do bebê, podendo adiar ou dispensar o corte imediato.

Escolhas dos pais e preferências pessoais

  • Muitas famílias optam por realizar o corte do cordão de forma simbólica, ou deixam essa responsabilidade para o corpo médico.
  • Há também casais que desejam que o momento seja realizado por alguém especial, como o pai, se ele estiver presente e preparado.

Aspectos culturais e religiosos

  • Algumas culturas têm rituais específicos relacionados ao momento do corte do cordão, enquanto outras o evitam por motivos religiosos.
  • Em alguns casos, a preferência é que esse procedimento seja feito por um parente mais próximo, conforme sua tradição.

O papel do marido ou acompanhante no parto

Participação na hora do nascimento

O envolvimento do pai ou do acompanhante é fundamental para o bem-estar emocional da mãe e do bebê. Pode incluir:

  • Apoio emocional e físico durante o trabalho de parto.
  • Participação na amamentação inicial.
  • Decisão de quem irá realizar o corte do cordão, se essa decisão for deixada para os pais.

Quem deve cortar o cordão umbilical?

  • Não há obrigação de que o marido realize o corte. Em alguns hospitais, essa tarefa é realizada por profissionais de saúde treinados, como obstetrices ou médicos.
  • Quando os pais optam por cortar, geralmente o momento é delimitado pelos profissionais para assegurar a segurança.

Importante: O corte do cordão é uma experiência simbólica e emocional, mas sem impactos na saúde do bebê, desde que feito de forma segura.

Cuidados após o corte do cordão umbilical

Após o momento do corte, o cuidado com o coto umbilical é essencial para evitar infecções e garantir a cicatrização adequada do bebê.

Como cuidar do coto umbilical?

PassoOrientação
LimpezaLimpar com algodão embebido em solução fisiológica ou água morna, evitando álcool ou produtos agressivos.
SecarManter seco e exposto ao ar livre para favorecer a cicatrização.
Troca de fraldaPosicionar a fralda de forma que não cubra ou pressione o coto umbilical.
ObservaçãoProcurar sinais de infecção, como vermelhidão, inchaço, secreção ou odor desagradável.

Sinais de complicação

Caso identifique algum desses sinais, procure assistência médica imediatamente:

  • Vermelhidão crescente ao redor do coto.
  • Secreção amarelada, esverdeada ou com mau odor.
  • Sangramento ou ferida aberta.
  • Febre ou irritabilidade do bebê.

Perguntas Frequentes (FAQs)

Meu marido não cortou o cordão, isso é um problema?

Não, desde que o procedimento seja realizado por profissionais treinados e seguindo os protocolos de segurança. A participação do pai na cirurgia do cordão é uma escolha pessoal ou cultural, não uma obrigatoriedade médica.

Quanto tempo leva para o coto umbilical cair?

Geralmente, entre 7 a 15 dias após o nascimento. Cada bebê tem seu tempo, e a cicatrização ocorre de forma natural.

É seguro deixar o cordão umbilical sem corte por mais tempo?

Sim, se o procedimento for realizado por profissionais, que irão determinar o tempo adequado. Se houver dúvidas, consulte o pediatra para orientações específicas.

O corte do cordão é necessário para o bebê?

O corte do cordão é uma prática comum, mas existem alternativas, como o método de preservação do cordão (cord blood banking), ou a “espera ativa”, onde o cordão é deixado até parar de pulsar, beneficiando o bebê com maior volume de sangue.

Considerações finais

O ato de cortar o cordão umbilical, embora simbólico e emocional para muitos pais, não é uma questão de saúde imperativa que deve ser obrigatoriamente realizado pelo marido ou acompanhante. O mais importante é garantir que esse procedimento seja feito de forma segura por profissionais qualificados, observando todas as recomendações médicas.

Se seu marido não cortou o cordão, isso não significa que ele seja menos participativo ou que haja alguma falha. A presença, apoio emocional e o relacionamento afetivo durante e após o parto são fatores essenciais para o bem-estar do recém-nascido e da mãe.

Referências

  • Organização Mundial da Saúde (OMS). Práticas recomendadas para o corte do cordão umbilical. 2020. Disponível em: WHO Guidelines

  • Ministério da Saúde. Cuidados após o nascimento. Guias para pais e cuidadores. 2019.

  • Sociedade Brasileira de Pediatria. Cuidados com o coto umbilical. 2021. Disponível em: SbP

Conclusão

Reconhecer que o corte do cordão umbilical pode ser uma tarefa mais simbólica do que obrigatória para o pai é importante para diminuir ansiedade e reforçar a participação afetiva no nascimento. O mais relevante é assegurar que todas as etapas do parto e cuidados posteriores sejam realizadas de forma segura, com atenção às recomendações médicas. Assim, o momento do nascimento se torna uma experiência de união, cuidado e amor entre os pais e o novo integrante da família.

Lembre-se: Cada parto é único, e o mais importante é o bem-estar da mãe e do bebê, independentemente de quem realiza o corte do cordão umbilical.