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Lei da Segurança Privada: Entenda as Regras e Obrigações

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Nos últimos anos, a segurança privada no Brasil tem ganhado cada vez mais destaque, seja por questões de segurança empresarial, residencial ou de eventos. Com o crescimento desse setor, surgir a necessidade de regulamentação efetiva para garantir a ética, profissionalismo e a proteção dos direitos tanto dos clientes quanto dos profissionais da área. A Lei nº 13.260/2016, conhecida popularmente como Lei da Segurança Privada, veio exatamente para estabelecer esse marco regulatório.

Neste artigo, abordaremos de forma detalhada tudo o que você precisa saber sobre a Lei da Segurança Privada, suas principais regras, obrigações, vantagens e pontos de atenção que devem ser considerados por empresas e profissionais do setor.

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O que é a Lei da Segurança Privada?

A Lei nº 13.260/2016 institui normas gerais para a organização, funcionamento, fiscalização e fiscalização da atividade de segurança privada no Brasil. Essa legislação substituiu dispositivos de legislações anteriores e alinhou as regras brasileiras aos padrões internacionais de segurança.

Objetivos principais da lei

  • Regulamentar a atividade de segurança privada.
  • Garantir padrões profissionais e éticos.
  • Proteger os direitos dos trabalhadores do setor.
  • Assegurar a responsabilidade dos operadores de segurança privada diante da sociedade.

Quem deve seguir a Lei da Segurança Privada?

A lei aplica-se a todas as empresas e profissionais que atuam na segurança privada, incluindo:

  • Vigilantes patrimoniais e de transporte de valores.
  • Serviços de monitoramento eletrônico.
  • Empresas de segurança patrimonial.
  • Empresas de transporte de valores.

Ela também regula as atividades de empresas terceirizadas que prestam serviços de segurança para órgãos públicos ou privados.

Principais regras e obrigações da Lei da Segurança Privada

H2: Requisitos para atuar no setor de segurança privada

  • Registro na Polícia Federal: Todas as empresas e profissionais precisam estar devidamente registrados e regularizados.
  • Capacitação Profissional: Os vigilantes devem possuir formação específica, certificate emitido por instituições autorizadas.
  • Equipamentos de segurança: Devem atender às normas técnicas de segurança e qualidade.

H2: Obrigações das empresas de segurança privada

ObrigaçõesDescrição
Registro e autorizaçãoObter autorização junto à Polícia Federal e ao Ministério da Justiça
Capacitação e treinamentoGarantir treinamento periódico de seus profissionais
Uso de uniformes e equipamentosUniformes devem estar de acordo com os padrões e identificações obrigatórias
Relatórios e fiscalizaçãoManter registros de atividades e estar sujeito à fiscalização periódica
Respeito aos direitos humanosProteger os direitos dos cidadãos e agir dentro da legalidade
Seguro de responsabilidade civilContratar seguro para cobertura de eventuais danos ou acidentes

H2: Direitos e deveres dos vigilantes

  • Uso de armas de fogo, quando autorizado e treinado.
  • Direito de portar armas durante o expediente (quando previsto).
  • Obediência às regras de conduta previstas na lei.
  • Dever de agir com ética e respeito às normas de segurança.

H2: Penalidades e sanções

O descumprimento da lei pode acarretar diversas sanções, como multas, cassação de registro, processos administrativos e criminais. Assim, tanto as empresas quanto os profissionais precisam agir dentro das regras estabelecidas.

Como funciona a fiscalização da Lei da Segurança Privada?

A fiscalização é realizada pelo Departamento de Polícia Federal e pelo Ministério da Justiça. Além disso, há a possibilidade de denúncias por parte de clientes ou cidadãos que se sintam prejudicados por ações ilegais ou antiéticas.

Tabela:

Entidade FiscalizadoraFunção
Polícia FederalEmissão e fiscalização de registros de empresas e profissionais
Ministério da JustiçaSupervisão geral e regulamentação do setor
Corps de Vigilância (órgãos locais)Fiscalizações estaduais e municipais de cumprimento da lei

Vantagens de estar em conformidade com a Lei da Segurança Privada

  • Credibilidade e credenciamento oficial no mercado.
  • Garantia de uma atuação ética e responsável.
  • Acesso a seguros de responsabilidade civil.
  • Melhores condições de trabalho e treinamento para os vigilantes.
  • Conformidade com padrões nacionais e internacionais de segurança.

Perguntas Frequentes (FQs)

H3: Quem precisa obter o cadastro na Polícia Federal?

Toda empresa ou profissional que deseja atuar no setor de segurança privada deve obter autorização junto à Polícia Federal, além de cumprir requisitos de capacitação e regularização.

H3: Como posso saber se uma empresa de segurança está regulada corretamente?

Verifique se a empresa possui registro ativo na Polícia Federal e se seus profissionais possuem certificados e treinamentos atualizados.

H3: Quais as principais mudanças trazidas pela nova lei?

Entre as mudanças, destacam-se a exigência de capacitação específica para vigilantes, a maior fiscalização dos órgãos competentes e a regulamentação do uso de armas de fogo por profissionais habilitados.

Considerações finais

A Lei da Segurança Privada (Lei nº 13.260/2016) representa um avanço significativo na regulamentação do setor no Brasil. Ao estabelecer regras claras, ela proporciona maior segurança jurídica, ética e operacional às empresas e profissionais que atuam na área, além de contribuir para a proteção da sociedade como um todo.

Contribuir para uma atividade de segurança privada responsável e regulamentada é fundamental para o fortalecimento do setor e para garantir a segurança de todos os cidadãos e organizações.

Referências

  1. Lei nº 13.260/2016 - Portal da Legislação
  2. Departamento de Polícia Federal - Segurança Privada

Se você deseja atuar na área de segurança privada ou já atua, lembre-se: seguir a legislação é fundamental para garantir uma atuação ética, segura e reconhecida no mercado.