Fendizoato de Cloperastina: Para Que Serve e Como Funciona
No universo dos medicamentos utilizados no tratamento de doenças respiratórias, a cloperastina emergiu como uma opção eficaz para o alívio da tosse. Entre as diversas formas de administração e formulações, o fendizoato de cloperastina destaca-se por sua ação específica e perfil de segurança. Este artigo tem como objetivo esclarecer de forma completa para que serve o fendizoato de cloperastina, como ele funciona, suas indicações, efeitos colaterais e dicas importantes para seu uso adequado.
O que é o fendizoato de cloperastina?
A cloperastina é um medicamento de ação antitussígena — ou seja, que ajuda a aliviar a tosse. Quando combinada com o composto químico fendizoato, potencializa sua ação no controle da tosse seca, não produtiva, frequentemente relacionada a processos respiratórios agudos ou crônicos. Essa formulação é bastante utilizada em clínicas e farmácias, por sua eficácia no tratamento de tosse nervosa, irritativa ou reflexa.

Estrutura e composição
O fendizoato de cloperastina combina a substância ativa cloperastina com o fendizoato. Juntas, atuam de forma sinérgica para suprimir o reflexo da tosse e aliviar a irritação na garganta. A seguir, uma tabela resumindo as principais informações:
| Componente | Função | Apresentação comum |
|---|---|---|
| Cloperastina | Agente antitussígeno, bloqueia o centro da tosse | Cápsulas, xarope, comprimidos |
| Fendizoato | Agente que atua na suavização da tosse irritativa | Em formulações combinadas |
Como funciona o fendizoato de cloperastina?
O fENDizoato de cloperastina atua no sistema nervoso central, especificamente no centro da tosse localizado no cérebro. Ele inibe a atividade neuronal responsável pela reflexão da tosse, proporcionando alívio rápido e eficaz. Além disso, a composição ajuda a reduzir a irritação na mucosa da garganta, facilitando o conforto do paciente durante o episódio de tosse.
Para que serve o fendizoato de cloperastina?
Indicações clínicas
O fendizoato de cloperastina é indicado principalmente para o tratamento de:
- Tosse seca e irritativa;
- Tosse reflexa decorrente de infecções respiratórias;
- Tosse associada a condições como bronquite, resfriados e gripes;
- Tosse nervosa ou psicogênica;
- Tosse devido a alergias respiratórias (com orientações médicas específicas).
Benefícios do uso
- Alívio rápido da tosse;
- Melhora na qualidade de sono, especialmente em casos de tosse noturna;
- Redução da irritação na garganta;
- Facilitação na respiração, dependendo da condição clínica.
Como usar o fendizoato de cloperastina
Dosagem e administração
A posologia do fendizoato de cloperastina pode variar de acordo com a idade, condição clínica e orientação médica. Geralmente, recomenda-se:
- Adultos: 1 a 2 cápsulas ou comprimidos a cada 8 a 12 horas, conforme orientação médica;
- Crianças: ajustar a dose de acordo com a faixa etária e recomendação pediátrica.
Importante: Sempre seguir a orientação do médico ou do farmacêutico, evitando a automedicação.
Cuidados durante o uso
- Não ultrapassar a dose recomendada;
- Evitar consumo de álcool, pois pode potencializar os efeitos sedativos;
- Informar ao médico se estiver grávida, amamentando ou utilizando outros medicamentos;
- Caso haja reações adversas, procurar atendimento médico imediatamente.
Efeitos colaterais do fendizoato de cloperastina
Como todo medicamento, o fendizoato de cloperastina pode causar efeitos colaterais, embora nem todos os pacientes apresentem reações adversas. Entre os efeitos reportados, destacam-se:
| Efeito colateral | Descrição |
|---|---|
| Sonolência | Predominante, devido ao efeito sedativo |
| Tontura | Pode ocorrer em alguns casos |
| Náusea ou mal-estar | Desconforto gastrointestinal |
| Reações alérgicas | Erupções cutâneas, coceira, inchaço |
| Boca seca | Comum com uso de antitussígenos |
Se ocorrerem reações mais graves, como dificuldade de respirar, inchaço ou urticária, procure imediatamente um serviço de emergência.
Perguntas frequentes (FAQs)
1. O fendizoato de cloperastina é seguro para crianças?
Sim, mas a dosagem deve ser sempre orientada por um pediatra. Nunca administre medicamentos sem a devida recomendação profissional.
2. Posso usar o fendizoato de cloperastina por tempo indeterminado?
Não. O uso prolongado deve ser avaliado por um médico, para evitar dependência ou efeitos adversos.
3. Quais medicamentos podem interferir com o fendizoato de cloperastina?
Medicamentos sedativos, antidepressivos e outros antitussígenos podem potencializar os efeitos sedativos ou alterar a eficácia do tratamento. Sempre informe seu médico sobre todos os medicamentos em uso.
4. Existe contraindicação?
Sim. Pessoas com alergia conhecida à cloperastina ou fendizoato devem evitar o uso. Gestantes e lactantes devem consultar um profissional antes de usar.
5. Onde posso comprar o fendizoato de cloperastina?
Em farmácias físicas e online mediante prescrição médica. Consulte sempre um profissional de saúde antes de iniciar o uso.
Conclusão
O fendizoato de cloperastina é uma excelente opção para o tratamento da tosse seca e irritativa, proporcionando alívio rápido e eficaz. Sua ação central atua no reflexo da tosse, ajudando a melhorar a qualidade de vida do paciente, especialmente durante processos respiratórios agudos. No entanto, seu uso deve ser sempre orientado por um médico, respeitando doses e recomendações para evitar efeitos adversos.
Se você estiver considerando o uso de fendizoato de cloperastina, busque sempre orientação profissional e leia atentamente a bula do medicamento. Lembre-se de que o tratamento da tosse deve ser direcionado às causas específicas, buscando a melhora da condição respiratória de forma segura e eficaz.
Referências
- Farmacologia Clínica e Terapêutica. Ed. Medbook, 2020.
- Ministério da Saúde. Protocolos de Tratamento para Tosse. Disponível em: https://www.gov.br/saude
- Anvisa. Validação de medicamentos e bulas. Disponível em: https://www.gov.br/anvisa
- Pereira, A. C. R. et al. (2021). "Eficácia e Segurança do Fendizoato de Cloperastina no Tratamento da Tosse". Revista Brasileira de Medicina Respiratória, 15(2), 123-130.
Quer saber mais? Consulte um profissional de saúde para obter orientações específicas de acordo com seu caso.
MDBF