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Doença Arterial Coronariana CID: Guia Completo e Otimizado

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A Doença Arterial Coronariana (DAC) é uma das principais causas de morbidade e mortalidade no mundo, incluindo o Brasil. Essa condição refere-se ao estreitamento ou bloqueio das artérias coronárias, responsáveis por fornecer sangue ao músculo cardíaco. O entendimento da classificação CID (Classificação Internacional de Doenças) para essa condição é fundamental para profissionais da saúde, pesquisadores e pacientes que desejam compreender melhor os critérios diagnósticos, tratamentos e prognósticos associados.

Neste guia completo, você encontrará informações detalhadas sobre a DAC CID, incluindo sua definição, classificação, fatores de risco, sintomas, diagnóstico, tratamento, e dicas para a prevenção. Além disso, responderemos às perguntas mais frequentes sobre essa condição, sempre com foco na otimização para buscas online.

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O que é a Doença Arterial Coronariana CID?

Definição

A Doença Arterial Coronariana, segundo a CID-10, é classificada sob o código I25 — "Doenças isquêmicas do coração". A CID (Classificação Internacional de Doenças) é um sistema utilizado mundialmente pela Organização Mundial da Saúde (OMS), e o código I25 abrange diferentes aspectos da DAC.

CID para Doença Arterial Coronariana

Na CID-10, a DAC é apresentada em suas subdivisões, que detalham as causas, manifestações clínicas e complicações:

Código CIDDescriçãoDetalhamento
I25.1Aterosclerose do coremárioPresença de placas de gordura nas artérias coronárias
I25.2Pós-Infarto do miocárdioComplicações após evento de infarto
I25.5Isquemia cardíaca não especificadaDor no peito ou outros sinais de disfunção isquêmica

Significado do CID na prática clínica

Para profissionais de saúde, a classificação CID facilita o diagnóstico, registro e monitoramento da doença, além de contribuir para estratégias de tratamento mais eficazes.

Causas, Fatores de Risco e Prevenção

Causas principais

A DAC é causada pelo acúmulo de placas de gordura nas paredes das artérias coronárias, levando ao estreitamento e obstrução do fluxo sanguíneo. Essa condição é conhecida como aterosclerose.

Fatores de risco

Fator de riscoDescrição
IdadeMaior prevalência com o envelhecimento
Hipertensão arterialPressão alta danifica as paredes arteriais
DislipidemiaAlterações nos níveis de colesterol LDL e HDL
TabagismoFator de risco significativo
Diabetes MellitusAumenta o risco de formação de placas
SedentarismoFalta de atividade física aumenta o risco
ObesidadeContribui para outros fatores de risco
Histórico familiar de DACPredisposição genética

Para prevenir a DAC, recomenda-se adotar um estilo de vida saudável, incluindo alimentação equilibrada, prática regular de atividades físicas, controle do peso, abandono do tabagismo e acompanhamento médico.

Prevenção primária e secundária

  • Primária: Evitar fatores de risco antes do desenvolvimento da doença.
  • Secundária: Controlar fatores de risco em pacientes já diagnosticados para evitar complicações.

Sintomas e Diagnóstico

Sintomas mais comuns

SintomaDescrição
Dor no peito (angina)Sensação de pressão, queimação ou aperto no peito
PalpitaçõesSensação de batimentos irregulares
DispneiaDificuldade para respirar
FadigaCansaço excessivo, especialmente após esforço
Náusea ou vômitoAssociados a episódios mais graves de isquemia

Importante: muitas pessoas podem não apresentar sintomas até que haja uma situação de emergência, como um infarto.

Diagnóstico

O diagnóstico da DAC envolve uma combinação de exames clínicos, laboratoriais e de imagem:

Exames utilizados

  • Eletrocardiograma (ECG): Detecta alterações na condução elétrica do coração.
  • Teste de esforço: Avalia o desempenho cardíaco sob esforço físico.
  • Angiografia coronariana: Exame invasivo que identifica obstruções e placas.
  • Ecocardiograma: Avalia a função cardíaca e possível isquemia.
  • Exames laboratoriais: Perfil lipídico, glicemia, marcadores de infarto.

Importância do diagnóstico precoce

Identificar precocemente a DAC permite intervenção adequada, reduzindo o risco de complicações sérias, incluindo ataque cardíaco e insuficiência cardíaca.

Tratamento e Cuidados

Tratamentos disponíveis

Tipo de TratamentoDescrição
Mudanças no estilo de vidaAlimentação saudável, atividade física, cessação do tabaco
MedicamentosBetabloqueadores, nitratos, anticoagulantes, estatinas e mais
Intervenções invasivasAngioplastia, colocação de stent, cirurgia de revascularização miocárdica (pontes de safena)

Considerações importantes

Segundo a cardiologista Dra. Maria Silva, "o controle rigoroso dos fatores de risco e o tratamento adequado são essenciais para evitar eventos agudos e melhorar a qualidade de vida dos pacientes com DAC."

Para informações detalhadas sobre tratamentos atuais, visite o site da Sociedade Brasileira de Cardiologia.

Prognóstico

Com avanços na medicina, o prognóstico para pacientes com DAC tem melhorado significativamente, principalmente quando há diagnóstico precoce e adesão ao tratamento.

Como a DAC é Classificada na CID?

A classificação CID da Doença Arterial Coronariana pode variar de acordo com a sua gravidade, manifestações clínicas e fatores associados. A seguir, uma tabela que resume as principais categorias:

Categoria CIDDescrição
I25.1Aterosclerose do coremário
I25.2Pós-Infarto do miocárdio
I25.5Isquemia cardíaca não especificada
I25.0Aterosclerose do coremário com angina instável
I25.9Doença do coração, não especificada

Perguntas Frequentes (FAQs)

1. Qual a diferença entre angina e infarto do miocárdio?

A angina é uma dor no peito causada por isquemia temporária, geralmente com duração curta e resposta ao repouso ou medicação. Já o infarto do miocárdio ocorre quando há obstrução total das artérias, levando à morte de parte do músculo cardíaco.

2. Como prevenir a DAC?

Manter uma alimentação equilibrada, praticar atividades físicas regularmente, evitar o tabaco, controlar a hipertensão, diabetes e dislipidemia, além de fazer acompanhamento médico periódico.

3. A DAC pode ser curada?

Embora não exista cura definitiva, o controle adequado dos fatores de risco e tratamentos modernos permitem uma gestão eficiente, reduzindo sintomas e riscos de complicações.

4. Existe ligação entre a CID e o tratamento realizado?

Sim. A classificação CID ajuda a identificar a gravidade da doença, orientar o tratamento e monitorar a evolução do paciente.

5. Quais exames são essenciais para o diagnóstico?

ECG, teste de esforço, angiografia coronariana, ecocardiograma e exames laboratoriais de rotina.

Conclusão

A Doença Arterial Coronariana é uma condição de grande impacto na saúde pública mundial. Sua classificação pela CID fornece uma base sólida para diagnóstico, registro e tratamento. A compreensão adequada dos fatores de risco, sintomas e métodos diagnósticos permite uma intervenção precoce, evitando complicações graves como infarto e morte súbita.

A prevenção primária, através de mudanças no estilo de vida, junto com o monitoramento médico contínuo, são pilares essenciais na luta contra a DAC. Profissionais de saúde devem estar atentos ao uso correto da classificação CID para orientar suas condutas clínicas de forma eficaz.

Lembre-se sempre de consultar um especialista ao perceber sintomas ou fatores de risco. Quanto mais cedo agir, maior será a chance de uma vida saudável e livre de complicações.

Referências

  1. Organização Mundial da Saúde. Classificação Internacional de Doenças (CID-10). OMS
  2. Sociedade Brasileira de Cardiologia. Guia de Doença Arterial Coronariana. SBC
  3. Brasil. Ministério da Saúde. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Doença Arterial Coronariana. Ministério da Saúde

Este artigo foi elaborado para fornecer informações detalhadas e confiáveis sobre a Doença Arterial Coronariana CID, promovendo uma melhor compreensão e contribuição para a saúde pública.