Como Saber Se Peguei Doença na Relação: Dicas e Cuidados Essenciais
Ter uma relação sexual é uma experiência que envolve intimidade, prazer e conexão emocional. No entanto, ela também pode trazer riscos à saúde, especialmente se não forem tomados os devidos cuidados. Uma das preocupações mais comuns de quem mantém uma vida sexual ativa é saber se foi contaminado por alguma doença sexualmente transmissível (DST) ou infecção. Muitas doenças podem apresentar sintomas leves ou serem assintomáticas, dificultando a identificação precoce. Por isso, neste artigo, vamos abordar como saber se você pegou alguma doença na relação, sinais a serem observados, quando fazer exames e os cuidados essenciais para prevenir complicações.
Por que é importante identificar doenças na relação?
Identificar precocemente uma DST ou infecção é fundamental para evitar complicações sérias, transmissão para o parceiro ou parceira e garantir a sua saúde. Muitas doenças podem ser tratadas com sucesso, especialmente quando descobertas a tempo. Além disso, o diagnóstico precoce ajuda na conscientização sobre a importância do uso de preservativos e outras formas de proteção.

Como saber se peguei doença na relação?
Existem diversos sinais e fatores que podem indicar a presença de uma DST ou infecção. Contudo, é importante lembrar que muitas doenças podem ser assintomáticas ou apresentarem sintomas leves.
Sintomas comuns de DSTs e infecções
H3: Sintomas físicos
- Feridas, ferimentos ou lesões na região genital
- Corrência anormal, com cheiro ou cor diferente
- Dor ao urinar ou durante o ato sexual
- Coceira, queimação ou irritação na região genital
- Inchaço, vermelhidão ou sensibilidades
- Presença de verrugas ou manchas na área genital
H3: Sintomas gerais e outros sinais
- Febre ou mal-estar
- Cansaço excessivo
- Linfonodos inchados
- Erupções cutâneas ou lesões em outras partes do corpo
Quando fazer um teste para confirmação?
Se você apresentou algum dos sintomas acima ou teve relação sexual desprotegida, é fundamental procurar um médico para orientações e exames. Além disso, recomenda-se fazer exames de rotina se você é sexualmente ativo, mesmo sem sintomas aparentes.
Como prevenir doenças na relação?
Uso do preservativo
O método mais eficaz para prevenir DSTs é o uso constante e correto do preservativo em todas as relações sexuais. Ele reduz significativamente o risco de transmissão de doenças como HIV, gonorreia, sífilis, herpes e outras.
Diagnósticos regulares
Realizar exames regulares, mesmo que não haja sintomas, é uma prática saudável. Recomenda-se consultar um profissional de saúde para orientar a frequência e os testes específicos.
Comunicação aberta com o parceiro ou parceira
Conversar sobre o histórico sexual, testes recentes e cuidados de proteção é essencial para garantir a saúde de ambos.
Quais são os principais exames para detectar DSTs?
A seguir, uma tabela com os exames mais comuns, o que eles detectam e a frequência recomendada:
| Exame | O que Detecta | Frequência Recomendada |
|---|---|---|
| Teste rápido de HIV | HIV | Anualmente ou após risco |
| Sorologia para sífilis | Sífilis | Anualmente ou após risco |
| Exame de urina ou secreção | Gonorreia, clamídia | Anualmente ou após risco |
| Teste de herpes | Herpes simples (HSV) | Conforme indicado pelo médico |
| Exame de sangue para hepatites B e C | Hepatites B e C | Anualmente ou conforme risco |
Para facilitar, consulte um profissional de saúde para determinar quais exames fazer de acordo com seu histórico e estilo de vida.
Como agir após suspeita ou confirmação de doença?
Se você suspeitar que pegou alguma DST ou se confirmou o diagnóstico, é importante seguir algumas orientações:
- Buscar atendimento médico imediatamente
- Realizar todos os exames indicados
- Seguir a orientação de tratamento à risca
- Comunicar seu parceiro ou parceira para que também se trate
- Evitar relações sexuais até o fim do tratamento e recomendação médica
- Fazer acompanhamento pós-tratamento para garantir a cura
Cuidados adicionais para manter a saúde na relação
- Utilização de preservativos em todas as relações sexuais
- Manutenção de higiene adequada na região genital
- Limitar o número de parceiros ou parceiras sexuais
- Evitar uso de drogas ou álcool em excesso durante o ato sexual
- Realizar exames de rotina regularmente
Perguntas Frequentes
1. É possível ter DSTs sem apresentar sintomas?
Sim, muitas DSTs podem ser assintomáticas, ou seja, não apresentam sintomas visíveis. Por isso, a realização de exames periódicos é fundamental para a detecção precoce.
2. Quanto tempo leva para aparecerem os sintomas após a relação sexual?
O tempo pode variar de acordo com a tipo de infecção, podendo ser de poucos dias a várias semanas. Algumas doenças, como o HIV, podem levar meses para apresentar sintomas ou serem detectadas em exames.
3. É seguro fazer sexo sem preservativo se o parceiro tiver passado por tratamento?
Mesmo após o tratamento, é recomendado realizar exames de acompanhamento e usar preservativo até a confirmação de cura. Assim, evita-se a reinfecção.
4. Quais doenças podem ser evitadas com o uso de preservativo?
HIV, gonorreia, sífilis, herpes, papilomavírus (HPV), clamídia e hepatites B e C, dentre outras.
Conclusão
Saber se você pegou alguma doença na relação sexual é fundamental para garantir a sua saúde e a do seu parceiro ou parceira. A detecção precoce, exames regulares, uso de preservativo e uma boa comunicação são as principais ferramentas para prevenir complicações e manter uma vida sexual segura e saudável. Lembre-se de que a saúde sexual é uma parte importante do bem-estar geral, e investir nela é investir na sua qualidade de vida.
Referências
Ministério da Saúde. Diretrizes de DST/AIDS. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-z/d/dst-aids
Sociedade Brasileira de Infectologia. Prevenção e Diagnóstico de DSTs e HIV. Acesso em: https://www.infectologia.org.br
"A prevenção é a melhor estratégia para evitar as DSTs e garantir uma vida sexual saudável."
MDBF