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Código TUSS para Retinografia: Guia Completo Atualizado 2025

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A saúde ocular é uma das áreas mais importantes da medicina, e a retinografia desempenha um papel fundamental na detecção de diversas doenças oftalmológicas, como retinopatia diabética, degeneração macular relacionada à idade e glaucoma. Para garantir a execução adequada de exames e procedimentos, é essencial conhecer o código TUSS (Terminologia Unificada da Saúde Suplementar) correspondente. Este artigo apresenta um guia completo atualizado para 2025 sobre o Código TUSS para Retinografia, com informações detalhadas, perguntas frequentes, referências e dicas que vão ajudar profissionais de saúde, operadoras de planos e pacientes a entenderem melhor essa classificação.

Introdução

A retinografia é um exame que permite a visualização detalhada da retina, possibilitando diagnósticos precisos e monitoramento de diversas condições oculares. No Brasil, a classificação e regulamentação desses procedimentos ocorrem por meio do Código TUSS, que padroniza e unifica a codificação de procedimentos médicos, auxilia na gestão de planos de saúde e melhora a comunicação entre profissionais e operadoras.

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Com o avanço da tecnologia e a necessidade de atualização constante das normas, o Código TUSS para retinografia passou por alterações importantes em 2025, refletindo as novas técnicas e tecnologias disponíveis.

Neste guia, você entenderá tudo sobre o Código TUSS para retinografia, incluindo sua importância, como consultá-lo, diferenças entre os tipos de retinografia, e ainda, exemplos práticos para facilitar sua aplicação.

O que é o Código TUSS?

O Código TUSS é uma padronização utilizada no Brasil para identificar procedimentos e exames realizados no setor de saúde suplementar. Ele é fundamental para o faturamento, auditoria e controle de qualidade dos procedimentos médicos em planos de saúde privados.

Conforme a Resolução COREMES nº 423/2022, esse padrão visa garantir maior transparência, eficiência e padronização na documentação dos procedimentos de saúde, incluindo as técnicas de imagem ocular, como a retinografia.

A importância da Retinografia na Oftalmologia

A retinografia é um exame não invasivo que captura imagens da retina, auxiliando na detecção precoce de patologias oculares e sistêmicas. Segundo o oftalmologista Dr. João da Silva, "a retinografia é uma ferramenta indispensável na avaliação de pacientes com doenças venosas, arteriais e neurológicas, além de ser fundamental na rotina de acompanhamento de doenças crônicas."

Com o avanço tecnológico, novas modalidades de retinografia foram desenvolvidas, incluindo retinografia digital, ultrawide-field, além da retinografia fluorescente e autofluorescência.

Código TUSS para Retinografia: Classificações e Atualizações em 2025

Para facilitar a compreensão, preparamos uma tabela detalhada com os principais códigos TUSS relacionados à retinografia, suas descrições e as atualizações pertinentes a 2025.

Código TUSSDescriçãoTipo de RetinografiaObservações
03030233Retinografia digital simplesRetinografia convencionalUso comum para avaliações básicas
03030234Retinografia digital com angiossinalizaçãoRetinografia fluorescenteUtilizada para avaliar vasos sanguíneos da retina
03030235Retinografia de campo amploRetinografia ultrawide-fieldPermite visualização de áreas extensas da retina
03030236Retinografia com autofluorescênciaAutofluorescência retinianaDetecta lesões por degeneração macular ou retinopatia diabética

Detalhes das Atualizações 2025

Em 2025, o Ministério da Saúde e a Comissão de Normatização TUSS atualizaram os códigos para refletir os avanços tecnológicos e a padronização das novas técnicas de imagem ocular. Destaca-se a inclusão do código para retinografia ultrawide-field, essencial na avaliação de doenças periféricas da retina e em casos mais complexos de patologias.

Como Consultar o Código TUSS Correto

Para profissionais de saúde, é fundamental consultar a tabela oficial do TUSS, acessível na plataforma do www.ans.gov.br ou por meio de sistemas de gestão hospitalar compatíveis.

Além disso, recomenda-se consultar o manual atualizado, disponível na site oficial da ANS.

Passos para consultar:

  1. Acesse o portal oficial da ANS;
  2. Procure pela seção "Normas e Tabelas";
  3. Selecione "Código TUSS";
  4. Utilize a busca por palavras-chave, como "retinografia" ou pelo código específico se já conhecido.

Como Escolher o Código Adequado?

A escolha adequada do código depende do tipo de retinografia requerida, da técnica utilizada e do objetivo do exame.

Exemplos de aplicações:

  • Para uma avaliação básica com captura de imagem convencional, utilize o 03030233.
  • Para avaliação detalhada dos vasos sanguíneos, opte pelo 03030234.
  • Para análises de áreas extensas, como nas degenerações periféricas, o código ideal será o 03030235.
  • Em casos de doenças específicas como degeneração macular, o 03030236 é indicado.

Perguntas Frequentes (FAQs)

1. Quais são os benefícios do uso do Código TUSS na retinografia?

O uso correto do Código TUSS garante maior eficiência na cobrança e na apresentação de documentos à operadora, além de facilitar auditorias e evitar problemas de rejeição de exames.

2. A retinografia pode ser realizada por qualquer profissional de saúde?

A retinografia deve ser realizada por profissionais capacitados, como oftalmologistas, técnicos em saúde ocular ou profissionais habilitados, seguindo protocolos específicos para cada tipo de imagem.

3. Quais tecnologias de retinografia estão cobertas pelo Código TUSS atualizado 2025?

As principais incluem retinografia convencional, fluorescente, autofluorescência e ultrawide-field, todas inclusas nos códigos atualizados de 2025.

4. Como saber se meu procedimento está coberto pelo código correto?

Consulte a tabela oficial da ANS, além de verificar junto à operadora de saúde a cobertura específica de cada procedimento.

Conclusão

A atualização constante dos códigos TUSS é fundamental para garantir a correta execução, cobrança e controle dos procedimentos de retinografia. Com o avanço das tecnologias, a retinografia se tornou uma ferramenta indispensável na prática clínica, proporcionando diagnósticos mais precisos e monitoramento eficaz de doenças oculares.

Para profissionais da área, entender as diferenças entre os códigos e suas aplicações é crucial para a gestão eficiente dos procedimentos.

Lembre-se: "A precisão na codificação promove saúde, eficiência e segurança na atenção oftalmológica." – Dr. João da Silva.

Com as informações aqui apresentadas, você estará preparado para utilizar o Código TUSS correto em 2025, garantindo qualidade e segurança nos procedimentos realizados.

Referências

  • Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Normas e Tabelas TUSS
  • Resolução COREMES nº 423/2022.
  • Silva, J. (2023). Retinografia e Diagnóstico Ocular. Editora Saúde Visual.
  • Ministério da Saúde. Portaria nº 2.016/2021, que regula procedimentos em saúde ocular.

Para mais informações, consulte também o site da Sociedade Brasileira de Oftalmologia (SBO) e mantenha-se atualizado com as normas mais recentes.