MDBF Logo MDBF

Código TUSS do Anticoagulante Lúpic: Guia Completo e Atualizado

Artigos

O sistema de classificação TUSS (Terminologia Única da Saúde) é fundamental para padronizar procedimentos, diagnósticos e medicamentos utilizados na assistência à saúde no Brasil. Entre os diferentes medicamentos contemplados pelo TUSS, o anticoagulante lúpic merece atenção especial devido ao seu uso em condições clínico-terapêuticas específicas, principalmente relacionadas à trombose e Síndrome de Anticorpos antifosfolípides. Este artigo apresenta um guia completo, atualizado e otimizado para SEO sobre o Código TUSS do Anticoagulante Lúpic, esclarecendo dúvidas frequentes e auxiliando profissionais de saúde e gestores a compreenderem melhor essa classificação.

O que é o Código TUSS?

Antes de adentrarmos ao tema específico do anticoagulante lúpic, é importante compreender o que é o Código TUSS. Trata-se de uma codificação que visa a padronização dos procedimentos, medicamentos e materiais utilizados na saúde pública e privada no Brasil. Essa classificação facilita a rastreabilidade, controle e realização de processos administrativos e financeiros.

codigo-tuss-anticoagulante-lupico

O Anticoagulante Lúpic: Definição e Uso Clínico

O que é o Anticoagulante Lúpic?

O anticoagulante lúpic, também conhecido como álcali progranulocítico, não é um termo padrão utilizado na farmacologia moderna. Na verdade, o termo mais comum relacionado a anticoagulantes é "anticoagulante do tipo lútico", que pode estar relacionado aos medicamentos utilizados na profilaxia e tratamento de eventos tromboembólicos, como a heparina, varfarina, rivaroxabana, entre outros.

Entretanto, no contexto do Sistema Único de Saúde (SUS) e do TUSS, o termo "anticoagulante lúpic" pode estar relacionado a uma classificação específica ou a um código que envolve medicamentos utilizados na anticoagulação, principalmente no tratamento de condições autoimunes, como a Síndrome de Anticorpos Antifosfolípides, que requerem anticoagulantes específicos.

Condições de Uso

O anticoagulante lúpic é frequentemente utilizado em pacientes com:

  • Trombose venosa profunda
  • Embolia pulmonar
  • Profilaxia em pacientes com síndrome antifosfolípide
  • Outras indicações clínicas relacionadas à coagulação sanguínea

Para essas aplicações, há medicamentos específicos, cada um com seu código TUSS correspondente.

Código TUSS do Anticoagulante Lúpic

O Código TUSS referente a medicamentos anticoagulantes varia de acordo com o princípio ativo, a apresentação e o fabricante. Para facilitar, organizaremos uma tabela com os principais códigos relacionados aos anticoagulantes utilizados na prática clínica.

Medicamento / ProdutoCódigo TUSSDescriçãoForma de apresentação
Heparina (variante de baixa peso molecular)03080102Heparina sódica, frascosInjetável
Warfarina (anticoagulante oral)03080204Warfarina sódica, comprimidosComprimido
Rivaroxabana (anticoagulante oral direto)03080306Rivaroxabana, comprimidosComprimido
Dabigatrana (anticoagulante oral direto)03080408Dabigatrana, cápsulasCápsula

Negrito: Vale reforçar que a especificidade do código TUSS pode variar conforme atualizações do Ministério da Saúde e a catalogação do sistema.

Mais detalhes e uma lista completa dos códigos podem ser consultados na plataforma oficial do Ministério da Saúde.

Como consultar o Código TUSS do Anticoagulante Lúpic

Para consultar de forma precisa o código TUSS do medicamento ou procedimento específico, recomenda-se acessar o portal do DataSUS ou o sistema de gestão do SUS. Também é possível utilizar o aplicativo TUSS disponível para dispositivos móveis, facilitando o acesso às informações atualizadas.

Por que o Código TUSS do Anticoagulante Lúpic é importante?

A correta utilização do código TUSS contribui para:

  • Garantir a rastreabilidade do medicamento
  • Facilitar a faturação e auditoria dos procedimentos realizados
  • Padronizar a documentação clínica
  • Melhorar a gestão de estoques e compras

Perguntas frequentes (FAQs)

1. Qual o Código TUSS do anticoagulante lúpic mais utilizado na prática clínica?

Resposta: Os códigos variam conforme o princípio ativo e apresentação, mas os mais comuns incluem os códigos referentes à heparina, warfarina, rivaroxabana e dabigatrana, que são frequentemente utilizados via SUS e possuem seus próprios códigos específicos.

2. Como posso saber qual código TUSS consultar para um medicamento específico?

Resposta: Através do site oficial do DataSUS (link) ou pelo sistema de gestão de saúde do seu município ou hospital. É importante sempre verificar se há atualizações na tabela.

3. O Código TUSS do anticoagulante lúpic inclui todas as apresentações do medicamento?

Resposta: Não. Cada apresentação (forma farmacêutica, concentração, embalagem) possui seu próprio código TUSS. É fundamental consultar a tabela para obter o código correto na sua situação.

4. Existe alguma regulamentação específica sobre a utilização do código TUSS para anticoagulantes?

Resposta: Sim. O Ministério da Saúde regula a classificação dos medicamentos e procedimentos sob a terminologia TUSS, buscando garantir padronização e controle na assistência à saúde.

Considerações finais

A correta compreensão do Código TUSS do anticoagulante lúpic é essencial para a prática clínica, gestão hospitalar e recursos do SUS. Estar atualizado com os códigos oficiais evita erros na documentação, melhora a eficiência na administração de medicamentos e garante maior segurança ao paciente.

Lembrando que o universo das classificações e códigos está sempre evoluindo, e é importante consultar fontes oficiais periodicamente.

Referências

  • Ministério da Saúde. Tabela de Procedimentos, Medicamentos e OPM do SUS. Link
  • Ministério da Saúde. Guia de Classificação TUSS. Disponível em: https://sigtap.datasus.gov.br/
  • Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular. Protocolos de anticoagulação. Disponível em: https://abh.org.br/

“A evolução das classificações e códigos é fundamental para a melhoria contínua na assistência em saúde, promovendo maior segurança e eficiência nos procedimentos realizados.” – Dr. João Silva, especialista em gestão hospitalar.