Código 61 Estado: Guia Completo para Entender o Código 61 no Estado
No universo das operações e registros fiscais, entender os diferentes códigos utilizados pelos estados brasileiros é fundamental para empresas, profissionais autônomos e contribuintes em geral. Entre esses códigos, o Código 61 do Estado se destaca por sua importância na classificação de operações relacionadas ao ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços). Este artigo visa esclarecer de forma detalhada o que é o Código 61 no Estado, como utilizá-lo corretamente, suas aplicações práticas, e dicas essenciais para evitar problemas com a fiscalização.
Se você busca compreender o significado, uso e implicações do Código 61 do Estado, continue a leitura. Aqui, reunimos informações atualizadas, exemplos, uma tabela explicativa e as dúvidas mais frequentes sobre o tema.

O que é o Código 61 no Estado?
Definição e Significado
O Código 61 do Estado refere-se a uma classificação específica utilizada na documentação fiscal, principalmente na Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), em relação às operações e prestações de serviços que envolvem o ICMS. Cada código numbera uma operação ou situação fiscal específica, e o código 61 é destinado a uma operação de comércio de mercadorias com substituição tributária por antecipação, ou seja, quando o imposto é recolhido na origem, antes da efetiva circulação da mercadoria.
Por que o Código 61 é importante?
Utilizar corretamente o Código 61 é essencial para:
- Cumprimento da legislação estadual
- Evitar multas e penalidades fiscais
- Garantir o correto recolhimento do ICMS
- Facilitar auditorias fiscais e controles internos
Segundo o livro de legislação tributária do estado de São Paulo, "a correta classificação das operações por meio dos códigos auxilia na transparência e na rotina de fiscalização".
Como identificar o Código 61 em suas operações
Quando utilizar o Código 61?
O Código 61 deve ser utilizado sempre que um contribuinte realizar uma operação de circulação de mercadorias com substituição tributária por antecipação de pagamento do ICMS, na qual o imposto é recolhido na origem, antes do transporte ou venda efetiva ao consumidor final.
Exemplos de operações que utilizam o Código 61
- Venda de mercadoria com ICMS já recolhido antecipadamente pelo fabricante ou atacadista.
- Transporte de mercadorias que possuem substituição tributária aplicada.
- Entrada de mercadorias vindas de outros estados que tenham incidência de ICMS por substituição tributária.
Aplicações práticas do Código 61
Em documentos fiscais
O Código 61 deve estar presente na Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) na forma de uma classificação que indica a natureza da operação. A seleção correta assegura que a operação seja compatível com a legislação vigente.
Na entrada de mercadorias
Ao receber mercadorias com ICMS recolhido antecipadamente, o contribuinte deve identificar essa operação com o Código 61 ao emitir documento fiscal de entrada, refletindo o status de substituição tributária.
Tabela explicativa: Código 61 no Estado
| Item | Descrição | Situação comum |
|---|---|---|
| Código 61 | Operação de circulação de mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária por antecipação | Entrada ou saída de mercadorias com ICMS já recolhido antecipadamente |
| Operação de compra | Compra de mercadorias com substituição tributária já aplicada | Entrada de mercadoria de outro estado ou local onde já tenha sido recolhido o ICMS |
| Operação de venda | Venda de mercadoria com ICMS antecipado | Venda para outro contribuinte que exige nota com código 61 |
| Transporte de mercadoria | Transporte de mercadorias com ICMS recolhido antecipadamente | Transporte dentro do estado ou entre estados |
Como preencher corretamente o Código 61 na Nota Fiscal
Para garantir conformidade fiscal, siga estas dicas:
- Analise a operação: Verifique se a mercadoria é sujeita à substituição tributária.
- Confirme a origem do ICMS: Recolhido na origem ou antecipadamente.
- Selecione o código adequado: Use o código 61 na NF-e, quando aplicável.
- Cheque as legislações estaduais: Cada estado pode ter especificidades na aplicação do código.
"A correta utilização do Código 61 na nota fiscal é fundamental para evitar autuações fiscais e garantir uma gestão tributária eficiente." – Especialistas em tributação estadual
Perguntas Frequentes (FAQ)
1. O que diferencia o Código 61 de outros códigos de operação?
O Código 61 é específico para operações de substituição tributária por antecipação. Outros códigos podem indicar operações de substituição tributária normal, devoluções, ou operações isentas e não sujeitas ao ICMS antecipado.
2. Posso usar o Código 61 em operações interestaduais?
Sim, em operações interestaduais onde há recolhimento antecipado de ICMS por substituição tributária, o Código 61 deve ser utilizado na NF-e.
3. O que fazer na ausência de Código 61 na nota?
O uso incorreto ou a ausência do código pode gerar dificuldades na fiscalização, autuações ou cobrança de multas. Sempre consulte a legislação estadual vigente.
4. Como saber se uma mercadoria está sujeita ao Código 61?
Verifique a classificação fiscal, a legislação do estado e a orientação do setor de tributação da sua empresa ou contar com o suporte de um profissional de contabilidade.
Conclusão
Dominar o uso do Código 61 do Estado é crucial para quem lida com operações de substituição tributária por antecipação de ICMS. A correta classificação das operações na documentação fiscal garante conformidade com a legislação, evita sanções fiscais, e promove uma gestão eficiente na cadeia de abastecimento.
Lembre-se sempre de consultar a legislação específica do seu estado e contar com o apoio de profissionais especializados para assegurar o correto cumprimento das obrigações fiscais.
Referências
- Legislação do ICMS – Estado de São Paulo. Disponível em: https://www.sp.gov.br
- Manual da Nota Fiscal Eletrônica. Secretaria da Fazenda do Estado do Rio de Janeiro. Disponível em: https://www.fazenda.rj.gov.br
Se desejar aprofundar seus conhecimentos ou adaptar este guia às especificidades de outros estados, consulte always as legislações estaduais atualizadas e mantenha contato com um contador especializado em tributos estaduais.
MDBF