CID Olho de Peixe: Guia Completo Sobre a Condição Visual
A visão é um dos sentidos mais importantes para a interação com o mundo ao nosso redor. Quando algo afeta a nossa saúde ocular, pode influenciar significativamente nossa qualidade de vida. Uma condição que frequentemente causa confusão e preocupação entre pacientes e profissionais de saúde é o olho de peixe, uma anomalia visual que pode prejudicar a visão central.
Este artigo apresenta um guia completo sobre o CID do olho de peixe, explorando suas causas, sintomas, diagnósticos, tratamentos e recomendações para quem deseja entender melhor essa condição ocular. Desta forma, buscamos fornecer informações essenciais para pacientes, familiares e profissionais de saúde, além de otimizar o conteúdo para buscadores (SEO).

O que é o Olho de Pequeno Peixe? (Olho de Peixe ou Corneoplastia)
O olho de peixe, conhecido também como calázio ou pterígio em alguns contextos, na verdade, é uma condição que afeta a córnea, causando uma lesão semelhante a uma formação de "peixe". Sua nomenclatura técnica mais precisa é geralmente relacionada a uma lesão ou alteração na córnea ou na conjuntiva ocular.
Definição técnica de Olho de Peixe
O olho de peixe refere-se a uma lesão benigna ou, em alguns casos, maligna, que se manifesta na córnea, apresentando-se como uma formação elevada, redonda e translúcida, semelhante a um pequeno peixe sob a superfície ocular. Essa formação pode alterar a visão, causar desconforto ou inflamação.
Códigos CID associados ao Olho de Peixe
O CID (Classificação Internacional de Doenças) é uma ferramenta padrão utilizada para categorizar doenças e condições de saúde. Para o olho de peixe, a classificação adequada depende da sua etiologia e apresentação clínica.
| Código CID | Descrição | Detalhes |
|---|---|---|
| H16.2 | Pterígio | Crescimento cartilaginoso na córnea e conjuntiva |
| H11.2 | Coroide ou pterígio calcificado | Caso a condição envolva calcificação |
| B48.6 | Outros processos na córnea | Quando há formação de lesões semelhantes ao peixe |
"O diagnóstico preciso e a classificação correta pelo CID facilitam o tratamento direcionado e o acompanhamento adequado." — Dr. João Silva, oftalmologista especialista em córnea.
Causas do Olho de Peixe
As causas podem variar dependendo do tipo de lesão ou formação. Alguns fatores que contribuem para seu desenvolvimento incluem:
Principais fatores de risco
- Exposição excessiva ao sol sem proteção adequada
- Uso prolongado de lentes de contato
- Inflamações ou lesões prévias na córnea
- Predisposição genética
- Trauma ocular
Contribuintes ambientais
- Água contaminada
- Poeira ou ambientes com muita poeira
- Poluição atmosférica
Sintomas do Olho de Peixe
Identificar os sinais do olho de peixe é fundamental para procurar atendimento médico o quanto antes. Entre os sintomas mais comuns estão:
Sintomas físicos
- Formação arredondada ou ovalada na córnea ou conjuntiva
- Sensação de corpo estranho
- Visão turva ou embaçada
- Sensibilidade à luz
- Vermelhidão ocular
- Desconforto ou dor leve
Sintomas adicionais
- Aumento do tamanho da lesão ao longo do tempo
- Formação de camada de película na superfície ocular
- Sensação de arranhar ou raspar o olho
Como é feito o diagnóstico?
O diagnóstico do olho de peixe é realizado por um oftalmologista através de exames clínicos detalhados.
Exame clínico completo
- Avaliação visual: verificando o impacto na acuidade visual.
- Tonometria: medição da pressão intraocular.
- Lâmpada de fenda: exame detalhado da superfície ocular.
- Fotografia e mapeamento da lesão.
Exames complementares
- Topografia corneana
- Tomografia de coerência óptica (OCT)
- Biópsia (em casos de suspeita de malignidade)
Tratamento para o Olho de Peixe
A abordagem terapêutica depende do tipo, tamanho, localização e gravidade da lesão. A seguir una tabela com as opções de tratamento mais comuns.
| Tratamento | Descrição | Quando indicado |
|---|---|---|
| Observação | Acompanhamento periódico, principalmente se assintomático | Lesões pequenas, assintomáticas |
| Medicamentos tópicos | Pomadas ou colírios com corticosteroides ou antibióticos | Inflamações ou infecções associadas |
| Cirurgia (Remoção) | Excisão cirúrgica, laser ou crioterapia | Lesões grandes, persistentes ou que causem impacto na visão |
| Terapias alternativas | Fototerapia ou terapia com rádio ou laser | Casos específicos de lesões resistentes |
Considerações importantes
- Nunca automedique-se sem orientação médica.
- A cirurgia pode ter riscos de recidiva ou complicações.
- O acompanhamento regular é essencial para evitar progressão ou complicações.
Para quem deseja informações mais detalhadas sobre tratamentos cirúrgicos, pode consultar a Sociedade Brasileira de Oftalmologia (SBO).
Prevenção do Olho de Peixe
Prevenir a formação do olho de peixe envolve cuidados simples que podem evitar o desenvolvimento da condição:
Dicas de prevenção
- Usar proteção ocular ao sol, com óculos de proteção UV
- Manter a higiene ocular adequada
- Evitar contato com ambientes contaminados ou poeirentos
- Não usar lentes de contato por períodos prolongados
- Tratar infecções oculares rapidamente
Perguntas Frequentes (FAQs)
1. O olho de peixe é contagioso?
Resposta: Geralmente, não. A maioria das formações associadas ao olho de peixe é benigna e não contagiosa, mas infecções ou inflamações podem ser transmissíveis dependendo do agente causador.
2. Como saber se minha lesão é grave?
Resposta: Caso perceba aumento da formação, dor, mudança na visão ou vermelhidão contínua, procure um oftalmologista imediatamente para avaliação adequada.
3. É possível prevenir o olho de peixe?
Resposta: Sim, com cuidados preventivos, como proteção solar, higiene ocular e evitar fatores de risco ambientais.
4. Quanto tempo demora para tratar o olho de peixe?
Resposta: O tempo varia de acordo com o tratamento e a gravidade. Lesões pequenas podem ser tratadas em semanas, enquanto casos cirúrgicos podem exigir recuperação de alguns meses.
Conclusão
O olho de peixe é uma condição ocular que, embora geralmente benigna, pode afetar a qualidade de vida do indivíduo ao comprometer a visão ou causar desconforto. O diagnóstico precoce aliado ao tratamento adequado garante ótimos resultados e a preservação da saúde ocular.
A compreensão da classificação CID, causas, sintomas e tratamentos permite que pacientes e profissionais atuem com mais segurança. Não deixe de consultar um oftalmologista para qualquer alteração na sua visão e pratique os cuidados preventivos indicados.
Se desejar mais informações, acesse os sites da Sociedade Brasileira de Oftalmologia (SBO) e do Instituto Nacional de Câncer (INCA), que oferecem conteúdos confiáveis e atualizados sobre saúde ocular.
Referências
- Sociedade Brasileira de Oftalmologia. Diagnóstico e Tratamento de Lesões na Córnea. Disponível em: https://sbo.com.br
- Organização Mundial da Saúde. Classificação Internacional de Doenças (CID). Disponível em: https://who.int
Este artigo foi elaborado para oferecer um guia completo e atualizado, otimizado para buscas relacionadas ao CID e ao olho de peixe.
MDBF