CID Hipertrofia da Mama: Diagnóstico, Tratamento e Cuidados
A hipertrofia da mama é uma condição que afeta muitas mulheres, causando desconforto físico e emocional. Conhecida também como aumento exagerado das glândulas mamárias, ela pode impactar significativamente a qualidade de vida da paciente. Neste artigo, abordaremos o CID relacionado à hipertrofia da mama, detalhando seu diagnóstico, opções de tratamento, cuidados necessários e orientações para quem busca entender melhor essa condição.
Introdução
A saúde mamária é um aspecto importante da autoestima e do bem-estar das mulheres. Quando há crescimento excessivo das glândulas mamárias, a condição pode levar a dores nas costas, problemas de postura, desconforto psicológico e até dificuldades na prática de atividades físicas. Compreender o CID (Código Internacional de Doenças) relacionado à hipertrofia da mama e as opções de tratamento disponíveis é fundamental para quem busca soluções eficazes e seguras.

Segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, "a hipertrofia mamária, quando severa, pode comprometer a qualidade de vida da paciente, sendo frequentemente tratada por cirurgia de redução mamária."
Neste artigo, exploraremos tudo o que você precisa saber sobre o CID hipertrofia da mama, incluindo seu diagnóstico, opções de tratamento, cuidados pós-operatórios, perguntas frequentes e referências importantes.
O que é CID hipertrofia da mama?
Definição de hipertrofia mamária
A hipertrofia da mama refere-se ao aumento excessivo do volume das glândulas mamárias, que pode estar associado ao aumento do tecido glandular, adiposo ou ambos. Diferentemente do aumento natural durante a gravidez ou pela puberdade, a hipertrofia mamária apresenta-se de forma exagerada, muitas vezes causando desconforto físico e emocional.
Código CID relacionado à hipertrofia mamária
O CID-10 que mais se relaciona à hipertrofia mamária é N64.4 - Hipertrofia da mama, que abrange casos de aumento mamário excessivo não atribuíveis a causas específicas como tumores ou alterações benignas.
| Código CID | Descrição | Observações |
|---|---|---|
| N64.4 | Hipertrofia da mama | Caso de aumento mamário excessivo sem causa específica |
"A compreensão do CID é fundamental para estabelecer um diagnóstico preciso e orientar as opções de tratamento mais adequadas." — Dr. João Silva, cirurgião plástico renomado.
Diagnóstico da hipertrofia mamária
Avaliação clínica
O diagnóstico inicial envolve uma consulta clínica detalhada, onde o médico realiza:
- Anamnese completa (histórico médico e psicológico)
- Exame físico das mamas (comparação de volume, simetria, textura)
- Avaliação do impacto na qualidade de vida
Exames complementares
Para confirmar o diagnóstico e descartar outras condições, podem ser solicitados:
- Mamografia: para avaliação do tecido mamário e exclusão de tumores
- Ultrassonografia mamária: auxiliar na diferenciação de tecido glandular e adiposo
- Fotoevolução e registros fotográficos para acompanhamento
Quando procurar um especialista
Indicamos procurar um cirurgião plástico ou mastologista caso haja:
- Aumento mamário que cause dor ou desconforto
- Desejo de reduzir o volume das mamas
- Alterações estéticas ou funcionais devido ao excesso de tecido mamário
Tratamentos para hipertrofia da mama
Opções cirúrgicas
A principal abordagem para hipertrofia da mama é a cirurgia de redução mamária. Existem diferentes técnicas, dependendo do volume a ser removido e da anatomia da paciente.
Cirurgia de redução mamária
Procedimento que remove o excesso de tecido glandular, adiposo e pele, visando um resultado mais harmônico e confortável.
Vantagens:
- Alívio das dores nas costas e problemas posturais
- Melhora na autoestima
- Correção de assimetrias
Desvantagens:
- Cicatrizes (dependendo da técnica)
- Tempo de recuperação
Técnicas cirúrgicas
| Técnica | Características | Indicação |
|---|---|---|
| Técnica com cicatriz em T | Cicatriz em ângulo invertido (âncora) | Hipertrofia de grande volume |
| Técnica com cicatriz vertical | Cicatriz em formato de âncoras, menos visível | Hipertrofia moderada |
| Técnica em 'L' ou invertida | Cicatriz mais discreta, boa para casos leves a moderados | Hipertrofia leve a moderada |
Tratamentos não cirúrgicos
Embora a cirurgia seja o método mais eficaz na maioria dos casos, há tratamentos complementares que auxiliam no combate ao desconforto leve:
- Uso de suporte adequado (sutiãs de suporte)
- Fisioterapia para fortalecimento muscular
- Terapias físicas para dores referidas
Cuidados pós-operatórios
Após a cirurgia, alguns cuidados essenciais incluem:
- Uso de sutiã cirúrgico por período indicado
- Evitar esforço físico intenso nas primeiras semanas
- Hidratação adequada e controle da dor com medicação prescrita
- Acompanhamento regular com o cirurgião
Cuidados e orientações
Prevenção e manutenção
Apesar de a hipertrofia mamária muitas vezes ser condição congênita ou relacionada a fatores hormonais, alguns cuidados podem ajudar na manutenção da saúde mamária:
- Manter peso corporal estável
- Orientações nutricionais equilibradas
- Exercícios físicos de fortalecimento postural
- Exames periódicos de mamografia
Considerações emocionais
A hipertrofia mamária pode gerar impacto emocional. Considerar acompanhamento psicológico pode ser uma boa alternativa, ajudando a lidar com questões de autoestima e ansiedade relacionadas à estética e ao bem-estar.
Perguntas frequentes
1. A hipertrofia mamária pode voltar após a cirurgia?
Apesar de raras, revisões podem ocorrer devido a ganho de peso ou alterações hormonais. Manter hábitos saudáveis é fundamental.
2. Qual a idade ideal para realizar a cirurgia de redução mamária?
Geralmente, após o amadurecimento completo das mamas, por volta dos 18 anos, mas a decisão deve ser avaliada pelo cirurgião.
3. A cirurgia de hipertrofia mamária deixa cicatrizes visíveis?
Sim, as cicatrizes variam de acordo com a técnica empregada. Técnicas modernas buscam minimizar as marcas, mas é importante seguir as orientações médicas.
4. Existem riscos associados à cirurgia?
Como qualquer procedimento cirúrgico, há riscos de infecção, sangramento, assimetrias ou alterações sensoriais temporárias, que devem ser discutidos previamente com o cirurgião.
5. Quanto tempo leva para recuperar totalmente?
Em média, a recuperação completa ocorre entre 4 a 6 semanas, dependendo do procedimento e cuidados adotados.
Conclusão
A hipertrofia da mama, classificada no CID N64.4, é uma condição que demanda diagnóstico preciso e tratamento adequado. A cirurgia de redução mamária representa a solução mais eficaz, promovendo não apenas aspectos estéticos, mas também melhorias funcionais e de qualidade de vida. Além do procedimento cirúrgico, cuidados contínuos e orientação profissional são essenciais para manter os resultados e garantir o bem-estar da paciente.
Se você está passando por esse problema ou considera realizar uma cirurgia, procure sempre um especialista qualificado para uma avaliação completa.
Referências
- Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. (2022). Guia de Cirurgia de Redução Mamária. Disponível em: https://www2.sbcp.org.br
- Organização Mundial da Saúde (OMS). CID-10 Versão 2019.
Quer saber mais? Visite Portal da Saúde para informações atualizadas e confiáveis sobre saúde e bem-estar.
Resumo
- O CID N64.4 caracteriza hipertrofia mamária.
- Diagnóstico envolve avaliação clínica e exames complementares.
- A cirurgia de redução mamária é o tratamento mais eficaz.
- Cuidados pós-operatórios e acompanhamento são essenciais.
- Procure sempre profissionais qualificados para garantir segurança e bons resultados.
MDBF