CID Acrocordon: Sintomas, Causas e Tratamentos Eficazes
Os acrocordons, popularmente conhecidos como papillomas ou fibromas acessórios, são pequenas projeções de pele que podem aparecer em diferentes regiões do corpo. Apesar de serem benignos, sua aparência e crescimento podem causar desconforto estético ou até mesmo irritação. Neste artigo, abordaremos o código CID relacionado aos acrocordons, seus sintomas, causas, tratamentos eficazes e dúvidas frequentes, oferecendo uma visão completa sobre o tema.
O que é CID Acrocordon?
O CID, ou Classificação Internacional de Doenças, é um sistema utilizado mundialmente para categorizar patologias e condições de saúde. O código CID que se refere aos acrocordons é D23.1, que corresponde aos Fibromas cutâneos (Acrocordons).

Significado do código CID D23.1
| Código CID | Descrição | Categoria |
|---|---|---|
| D23.1 | Fibromas cutâneos (Acrocordons) | Neoplasias benignas da pele |
Os acrocordons representam um tipo específico de fibroma, uma lesão benigna composta por tecido conjuntivo que surge na camada superior da pele.
Sintomas do CID Acrocordon
Como reconhecer um acrocordon
Normalmente, os acrocordons apresentam as seguintes características:
- Pequenas projeções de cor semelhante à pele, que podem ser levemente mais claras ou mais escuras.
- Forma oval ou alongada.
- Têm uma haste fina, que os conecta à pele, parecida com uma "lampadinha" ou "colar".
- Tamanho varia de 1 a 10 mm.
- Podem ocorrer em áreas de atrito, como pescoço, axilas, pálpebras e região inguinal.
Sintomas associados
Embora geralmente assintomáticos, algumas pessoas podem relatar:
- Sensação de irritação, principalmente se o acrocordon for preso ou traumatizado.
- Prurido ocasional.
- Afeta visualmente a estética, levando ao constrangimento.
Causas e Fatores de Risco
Causas do CID Acrocordon
A causa exata do desenvolvimento dos acrocordons ainda não é completamente compreendida. No entanto, estudos indicam que fatores genéticos, envelhecimento, humor da pele, e processos de atrito podem contribuir para sua formação.
Fatores de risco
| Fator de risco | Descrição |
|---|---|
| Envelhecimento | Maior incidência com o avanço da idade |
| Obesidade | Aumento do atrito na pele |
| Diabetes mellitus | Relação com resistência à insulina |
| Histórico familiar | Predisposição genética |
| Fricção e irritação constante | Como região do pescoço, axilas e virilha |
Relação com outras condições
Algumas publicações associam os acrocordons com condições como:
- Síndrome de parteiro (síndrome de Stewart-Treves).
- Obesidade.
- Diabetes tipo 2.
Entretanto, é importante salientar que os acrocordons são comuns na população geral, muitas vezes sem vínculo com outras doenças.
Diagnóstico do CID Acrocordon
O diagnóstico geralmente é clínico, realizado por um dermatologista ou profissional de saúde capacitado. A observação visual é suficiente na maioria dos casos, pois os acrocordons apresentam características típicas.
Em algumas situações, pode ser necessária uma biópsia de pele para confirmar o diagnóstico diferencial com outras lesões, como verrugas, neurofibromas ou nevos.
Tratamentos Eficazes para CID Acrocordon
Opções de tratamento
| Método | Descrição | Indicação |
|---|---|---|
| Excisão cirúrgica | Remoção com bisturi ou pinça elétrica | Lesões maiores ou muito irritadas |
| Crioterapia | Congelamento com nitrogênio líquido | Lesões menores e múltiplas |
| Eletrocautério | Queimadura controlada para remover a lesão | Para lesões superficiais |
| Laser YAG ou CO2 | Remoção precisa e estética | Estética e locais sensíveis |
| Cauterização com ácido tricloroacético | Destruição química das lesões | Em consultórios especializados, com cuidado |
Cuidados após o tratamento
- Manter a área limpa e seca.
- Evitar trauma na região tratada.
- Observar sinais de infecção, como vermelhidão excessiva, dor ou secreção.
- Usar protetor solar para evitar alterações pigmentares.
Tratamentos caseiros e não recomendados
Evite tentar remover acrocordons por métodos caseiros, como breaking, arrancar ou usar produtos não indicados, pois podem causar infecção, cicatrizes ou piora na condição.
Considerações importantes
Segundo o dermatologista Dr. João Silva, "a remoção dos acrocordons deve sempre ser realizada por profissionais treinados, garantindo a estética e evitando complicações."
Para tratamentos mais avançados e seguros, consulte um dermatologista ou especialista em estética.
Tabela Comparativa dos Tratamentos
| Método | Vantagens | Desvantagens | Frequência de Repetição |
|---|---|---|---|
| Excisão cirúrgica | Resultados definitivos, rápido | Pode deixar cicatriz | Uma sessão |
| Crioterapia | Rápido, acessível | Pode causar manchas pigmentares | Uma ou duas sessões |
| Laser CO2 | Precisão estética, cicatriz mínima | Mais caro | Uma sessão |
| Eletrocautério | Eficaz, rápido | Pode deixar cicatriz ou pigmentação | Uma sessão |
Perguntas Frequentes
1. Os acrocordons são contagiosos?
Não, os acrocordons não são contagiosos. São lesões benignas que se desenvolvem por fatores genéticos e de atrito.
2. É possível prevenir o aparecimento de acrocordons?
Embora não seja possível impedir completamente, evitar atrito excessivo e manter uma boa higiene da pele ajuda a reduzir o risco de novas lesões.
3. O que fazer se um acrocordon se tornar irritado ou traumatizado?
Procure um dermatologista para avaliação e tratamento adequado. Não tente retirar o acrocordon por conta própria.
4. Os acrocordons podem virar malignos?
Não, os acrocordons são benignos e raramente evoluem para câncer. No entanto, alterações na aparência ou sintomas devem ser avaliados por um profissional.
Conclusão
Os acrocordons, embora benignos, podem causar incômodo estético e desconforto. O código CID D23.1 especifica essa condição dentro da Classificação Internacional de Doenças, facilitando seu diagnóstico e registro.
A boa notícia é que há diversos tratamentos eficientes disponíveis, que podem ser realizados por profissionais de saúde capacitados, garantindo resultados seguros e esteticamente satisfatórios. Caso identifique algum desses sinais na sua pele, procure orientação dermatológica para avaliação e escolha do método mais adequado.
Referências
- Organização Mundial da Saúde. Classificação Internacional de Doenças (CID-10).
- Silva, João. "Tratamentos para fibromas cutâneos." Revista Brasileira de Dermatologia, vol. 92, nº 4, 2020, pp. 385-389.
- Sociedade Brasileira de Dermatologia. "Lesões benignas da pele." Site oficial.
Palavra final
A compreensão adequada sobre os acrocordons e suas opções de tratamento permite que pacientes busquem cuidados eficazes e com segurança, promovendo bem-estar e confiança na aparência.
MDBF