CID 248: Entenda a Classificação e Seus Significados Específicos
No sistema de classificação internacional de doenças, conhecida como CID (Classificação Internacional de Doenças), cada código representa uma condição específica de saúde, facilitando o diagnóstico, o tratamento e a pesquisa médica. Um desses códigos é o CID 248, que possui particularidades importantes para profissionais da saúde, pacientes e pesquisadores. Este artigo tem como objetivo explicar detalhadamente o que é o CID 248, seus significados, suas aplicações e as implicações clínicas associadas.
Se você busca entender a fundo o CID 248, seu contexto dentro da classificação médica e suas possíveis interpretações, continue lendo e descubra todas as informações essenciais.

O que é o CID 248?
Definição do Código CID 248
O CID 248 é uma classificação dentro do capítulo relacionado às doenças endócrinas, nutricionais e metabólicas. Especificamente, ele refere-se a alguns estados de hipertireoidismo e condições relacionadas à glândula tireoide. Contudo, é importante esclarecer que o código pode variar dependendo da versão da CID utilizada (como CID-10 ou CID-11).
Classificação na CID-10
Na CID-10, o código E05 cobre os hipertireoidismos, entre eles:
- E05.0 — Tireotoxicose com bócio difuso.
- E05.1 — Tireotoxicose com bócio multinodular.
- E05.2 — Tireotoxicose com adenoma tóxico da tireoide.
- E05.3 — Tireotoxicose sem especificação.
- E05.9 — Tireotoxicose, não especificada.
Portanto, o CID 248 frequentemente está relacionado a algum desses subtópicos, dependendo das categorias específicas e da subdivisão oferecida pela versão do sistema de classificação.
Significados Específicos do CID 248
Quais condições abrange o CID 248?
O código é utilizado para registrar estados de hipertireoidismo que podem apresentar diferentes causas e manifestações clínicas:
| Código CID 248 | Significado | Descrição |
|---|---|---|
| E05.0 | Tireotoxicose com bócio difuso | Hipertireoidismo acompanhado de aumento difuso da glândula Tireóide. |
| E05.1 | Tireotoxicose com bócio multinodular | Presença de múltiplos nódulos na tiroide com sinais de hipertireoidismo. |
| E05.2 | Adenoma tóxico da tireoide | Nódulo único produtor de hormônios tireoidianos. |
| E05.3 | Outros tipos de tireotoxicose | Condições de hiperatividade da tireoide que não se enquadram nas categorias anteriores. |
| E05.9 | Tireotoxicose, não especificada | Estado hipertireoidiano sem especificação adicional. |
Importância do CID 248 na Prática Médica
Diagnóstico e tratamento
A utilização correta do CID 248 é essencial para o diagnóstico preciso e para a elaboração de um plano de tratamento adequado. Os médicos podem identificar diferentes causas do hipertireoidismo, ajustando as condutas clínicas, que podem incluir medicamentos, terapia radioabdonômica ou cirurgia.
Implicações na saúde pública
Na saúde pública, o CID 248 ajuda na coleta de dados epidemiológicos sobre hipertireoidismo, permitindo que entidades de saúdeplanejem políticas de prevenção e tratamento mais eficazes.
Como o CID 248 se relaciona com sintomas e tratamentos?
Sintomas comuns do hipertireoidismo incluem:
- Perda de peso não intencional
- Taquicardia
- Ansiedade ou nervosismo
- Sudorese excessiva
- Intolerância ao calor
- Tremores finos
- Prisão de ventre
- Pele fina e quente
Tratamentos disponíveis variam conforme a causa específica, podendo envolver:
- Terapia com antitireoidianos (ex: metimazol)
- Uso de iodo radioativo
- Cirurgia na tireoide
- Controle dos sintomas com betabloqueadores
Perguntas Frequentes sobre CID 248
1. O que significa exatamente o código CID 248?
O código CID 248 refere-se a estados específicos de hipertireoidismo, que podem incluir diferentes causas clínicas como bócio difuso, multinodular ou adenoma tóxico.
2. Como saber qual classificação do CID 248 é a correta para o meu caso?
A classificação adequada depende do diagnóstico clínico realizado pelo médico, que avaliará os exames laboratoriais e de imagem para determinar qual subcategoria do CID 248 se aplica.
3. O CID 248 também é utilizado em outros países?
Embora o sistema CID seja internacional, as versões mais utilizadas globalmente são a CID-10 e a CID-11, que possuem diferentes códigos e subdivisões. No Brasil, o uso mais comum é da CID-10, mas a atualização para CID-11 é progressiva.
4. Como o diagnóstico de hipertireoidismo é feito?
O diagnóstico envolve exames de sangue que medem os níveis de TSH, T3 e T4, além de exames de imagem como ultrassonografia e cintilografia da tireoide.
Conclusão
O CID 248 é uma classificação fundamental para profissionais de saúde ao identificar e tratar estados de hipertireoidismo. Sua correta utilização garante precisão no diagnóstico, eficiência no tratamento e dados epidemiológicos confiáveis. Entender os diferentes subcódigos e suas implicações ajuda a melhorar o cuidado ao paciente e a promover ações mais eficazes na saúde pública.
Se você deseja aprofundar-se ainda mais sobre o tema, acesse o Portal da Organização Mundial da Saúde (OMS) ou consulte a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM).
Referências
- Organização Mundial da Saúde. Classificação Internacional de Doenças (CID). Disponível em: https://www.who.int/classifications/icd/en/
- Ministério da Saúde. Tabela de códigos CID-10. Disponível em: https://portalarquivos.saude.gov.br/images/pdf/2016/dezembro/09/Tabela-ICD-10.pdf
- Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia. Hipertireoidismo – Diagnóstico e Tratamento. Disponível em: https://www.endocrino.org.br/portal
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