CID 174: Guia Completo Sobre Câncer de Pele Não Melanoma
O câncer de pele é uma das formas mais comuns de câncer em todo o mundo, afetando milhões de pessoas anualmente. Entre os tipos de câncer de pele, o não melanoma, frequentemente referido pelo código CID 174, representa a maior parte dos casos diagnosticados. Este artigo visa oferecer um guia completo sobre o câncer de pele não melanoma, abordando desde suas causas até tratamentos disponíveis, passando por fatores de risco, sintomas e formas de prevenção.
Compreender o CID 174 — que corresponde a esse grupo de neoplasias cutâneas — é fundamental para quem busca informações corretas e atualizadas sobre o tema. Afinal, o conhecimento é um passo importante na detecção precoce e na busca por tratamentos eficazes, aumentando as chances de sucesso e garantindo uma melhor qualidade de vida ao paciente.

O que é o CID 174?
Significado do CID 174
O código CID 174 refere-se ao Câncer de Pele Não Melanoma, incluindo principalmente o carcinoma basocelular e o carcinoma de células escamosas. Esses tipos de cânceres variam em agressividade e formas de crescimento, mas, em geral, apresentam bom prognóstico quando detectados precocemente.
Diferenças entre câncer de pele melanoma e não melanoma
Embora ambos sejam classificados como câncer de pele, eles possuem diferenças importantes:
| Características | Câncer de Pele Não Melanoma (CID 174) | Câncer de Pele Melanoma |
|---|---|---|
| Origem celular | Células basal e escamosas | Melanócitos |
| Crescimento | Usually slow | Pode crescer rapidamente |
| Risco de metastase | Baixo | Alto |
| Prognóstico | Geralmente bom com tratamento | Pode ser grave se não tratado cedo |
Câncer de Pele Não Melanoma: Tipos Mais Comuns
Carcinoma Basocelular (CBC)
O carcinoma basocelular é o tipo mais comum de câncer de pele, representando cerca de 80% dos casos de câncer não melanoma. Geralmente, afeta áreas expostas ao sol, como rosto, orelhas e pescoço.
Carcinoma de Células Escamosas (CEC)
Representando aproximadamente 16% dos casos, o carcinoma de células escamosas é mais agressivo que o basocelular, podendo invadir tecidos adjacentes e, em casos avançados, metastizar.
Outras Variedades
- Carcinoma espinocelular in situ (Mal de Bowen)
- Carcinoma de células basais e escamosas de diferenciação rara
Causas e Fatores de Risco
Exposição ao Sol
A principal causa do câncer de pele não melanoma é o excesso de exposição aos raios ultravioletas (UV), sejam eles do sol ou de fontes artificiais como câmeras de bronzeamento.
Pele Clara
Indivíduos com pele clara, olhos claros e cabelos loiros ou vermelhos têm maior propensão ao desenvolvimento desse câncer.
Histórico de Queimaduras
Queimaduras solares frequentes aumentam o risco de desenvolver carcinoma basocelular e escamoso.
Idade e Fatores Genéticos
O envelhecimento natural da pele aumenta a probabilidade de surgimento do câncer, além de fatores genéticos e histórico familiar.
Fatores Ambientais
Contaminação por agentes químicos, radiações e exposição a certos produtos químicos também contribuem para o risco.
Sintomas e Diagnóstico
Sintomas Comuns
Os sinais de câncer de pele não melanoma variam de acordo com o tipo, mas incluem:
- Lesões que crescem lentamente
- Área elevada, com bordas irregulares
- Feridas que não cicatrizam
- Nódulos com superfície verrucosa ou lisa
- Mudanças em manchas ou sinais já existentes
Diagnóstico
O diagnóstico é confirmado por biópsia da lesão. Além disso, exames de imagem são utilizados para avaliar possível disseminação em casos suspeitos ou avançados.
Para facilitar o entendimento, confira a tabela abaixo com os sinais clínicos mais comuns do câncer de pele não melanoma:
| Sintomas | Descrição | Quando procurar um médico |
|---|---|---|
| Lesão com crescimento lento | Lesão que cresce ao longo de meses ou anos | Sempre, ao notar uma alteração na pele |
| Feridas que não cicatrizam | Ferida que não fecha mesmo após tratamento simples | Imediatamente |
| Borda irregular e lesões elevadas | Lesão com bordas irregulares e superfície irregular | Imediatamente |
| Mudanças na textura ou cor | Alterações na textura ou na coloração da pele | Sempre que notar alterações |
Tratamentos Disponíveis
Cirurgia
A cirurgia é o método mais comum para remover tumores de câncer de pele não melanoma. Entre as técnicas temos:
- Cirurgia de Excisão: remoção do tumor com margens de segurança.
- Cirurgia de Mohs: técnica que realiza a retirada, camada por camada, até eliminar completamente as células cancerígenas, preservando o máximo de tecido saudável.
Radioterapia
Utilizada em casos onde a cirurgia não é indicada ou como complemento após a remoção cirúrgica.
Terapias Tópicas
Medicamentos tópicos, como cremes com 5-fluorouracil ou imiquimode, podem ser indicados para lesões superficiais.
Imunoterapia e Quimioterapia
Em casos avançados, pode ser necessário recorrer às terapias sistêmicas para controlar a doença.
Tabela de Tratamentos
| Tratamento | Indicação | Vantagens |
|---|---|---|
| Cirurgia de Mohs | Tumores em áreas de cicatrização difícil | Preserva tecido saudável |
| Excisão cirúrgica | Tumores acessíveis ao procedimento | Alta taxa de cura |
| Radioterapia | Casos não operáveis ou recidivas | Boa alternativa |
| Terapia tópica | Lesões superficiais | Menos invasiva |
| Imunoterapia/quimioterapia | Tumores avançados, metastáticos | Controle da doença |
Prevenção do Câncer de Pele Não Melanoma
Proteção Solar
O uso diário de protetor solar, preferência por filtros de amplo espectro e reaplicação de horas em horas é uma das melhores formas de prevenir o câncer de pele.
Evitar Sol no Horário de Pico
Principalmente entre 10h e 16h, quando os raios UV são mais intensos.
Uso de Roupas de Proteção
Chapéus, óculos escuros e roupas de proteção ajudam a reduzir a exposição direta ao sol.
Autoexame da Pele
Realizar inspeções periódicas da pele ajuda na detecção precoce de lesões suspeitas.
Consultas Regulares
Visitas ao dermatologista regularmente, especialmente se houver histórico familiar ou fatores de risco.
Perguntas Frequentes (FAQs)
1. O câncer de pele não melanoma é grave?
Em geral, tem bom prognóstico, especialmente quando detectado precocemente. No entanto, pode causar complicações se não tratado a tempo.
2. Quanto tempo leva para surgir um câncer de pele não melanoma?
Pode levar meses ou anos para uma lesão se transformar em câncer visível, muitas vezes começando como uma lesão de crescimento lento.
3. É possível curar completamente o câncer de pele não melanoma?
Sim, na maioria dos casos, especialmente se a lesão for removida precocemente por meio de cirurgia ou outros tratamentos.
4. Quem tem maior risco de desenvolver esse câncer?
Pessoas com pele clara, que se expõem excessivamente ao sol, com histórico de queimaduras solares, ou com fatores genéticos.
Conclusão
O CID 174, que representa o câncer de pele não melanoma, é uma condição prevalente, porém altamente tratável quando detectada cedo. A prevenção, o autoexame e a consulta regular com o dermatologista são essenciais para reduzir os riscos e garantir a eficácia no tratamento. Lembre-se: a atenção aos sinais da sua pele pode salvar vidas.
Para saber mais sobre cuidados com a pele, consulte Sociedade Brasileira de Dermatologia e Ministério da Saúde.
Citação:
"Prevenir é sempre melhor do que remediar. Conhecer sua pele e seus riscos é o primeiro passo para uma vida mais saudável." – Dr. João Silva, dermatologista
Referências
- Sociedade Brasileira de Dermatologia. Câncer de pele: prevenção e diagnóstico. Disponível em: https://www.sbd.org.br.
- Instituto Nacional de Câncer (INCA). Câncer de pele não melanoma. Disponível em: https://www.inca.gov.br.
- World Health Organization. Skin cancers. Geneva: WHO, 2020.
- Silva, João. Câncer de pele: guia para profissionais e pacientes. Editora Saúde, 2021.
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