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Aspirina e AAS: São a Mesma Coisa? Conheça a Diferença!

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Muitos termos utilizados na área da saúde geram dúvidas entre os pacientes e até mesmo entre profissionais de saúde. Entre esses termos, os relacionados a medicamentos frequentemente causam confusão, especialmente quando se trata de medicamentos amplamente utilizados, como a aspirina e o Ácido Acetilsalicílico, conhecido popularmente pelo nome comercial AAS.

Apesar de ambos serem associados a propriedades analgésicas, antipiréticas e anti-inflamatórias, muitas pessoas se perguntam: "Aspirina e AAS são a mesma coisa?" Neste artigo, vamos esclarecer essa dúvida, abordar as diferenças entre eles, explicar seus usos, benefícios, riscos e fornecer informações confiáveis para uma melhor compreensão.

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O que é Aspirina?

A aspirina é o nome comercial de um medicamento cujo princípio ativo é o ácido acetilsalicílico. Ela foi desenvolvida na década de 1890 pela Bayer e rapidamente se tornou um dos medicamentos mais utilizados no mundo.

Propriedades e usos da aspirina

A aspirina possui propriedades analgésicas, antipiréticas e anti-inflamatórias. Sua ação ocorre principalmente na redução da produção de prostaglandinas, substâncias envolvidas na dor, febre e inflamação.

Principais indicações:

  • Alívio de dores leves a moderadas, como dores de cabeça, dores musculares e dores de dente.
  • Redução da febre.
  • Uso em doenças inflamatórias.
  • Como terapia de baixa dose para prevenir eventos cardiovasculares, como infarto do miocárdio e AVC.

Modo de uso:

A dosagem varia de acordo com a indicação, mas geralmente oscila entre 300 mg a 600 mg a cada 8 horas, sob orientação médica.

O que é AAS?

AAS significa Ácido Acetilsalicílico, o princípio ativo presente em diversas apresentações de medicamentos, incluindo a aspirina. Portanto, o termo AAS é frequentemente usado para se referir ao próprio medicamento, especialmente em contextos médicos ou farmacêuticos.

Uso do termo AAS

O termo AAS frequentemente aparece nas prescrições médicas e nas embalagens de medicamentos, principalmente na sua apresentação de dose baixa, indicada para prevenção de doenças cardiovasculares.

A AAS é a mesma que aspirina?

Na prática, quando se fala em AAS, está se referindo ao próprio ácido acetilsalicílico utilizado na fabricação de aspirinas e outros medicamentos. Ou seja, o AAS é o princípio ativo, enquanto a aspirina é uma marca comercial que contém esse princípio.

Diferenças entre Aspirina e AAS

AspectoAspirinaAAS
SignificadoMarca comercial de um medicamento com ácido acetilsalicílicoSigla para o princípio ativo: Ácido Acetilsalicílico
NaturezaProduto comercial, com diferentes marcasTermo técnico para o princípio ativo
Uso na linguagem comumGeralmente se refere ao medicamento comercializado como aspirinaUsado em contextos médicos e laboratoriais para indicar o ativo químico
DisponibilidadeDisponível em diversas marcas, formas e dosesRefere-se ao princípio ativo presente nas fórmulas
Exemplos de marcas comerciaisBayer Aspirina, Dorilax, AnadorGeralmente, produtos farmacêuticos rotulados como AAS terem dosagens específicas

Esclarecimento importante

"Aspirina" é uma marca registrada pertencente à Bayer, que popularizou o uso do ácido acetilsalicílico para diversas aplicações. Já "AAS" é uma sigla universalmente aceita para o princípio ativo, independente do fabricante.

Quando usar Aspirina ou AAS?

Uso terapêutico e preventivo

  • Para dor e febre: Aspirina (ou qualquer produto que contenha AAS) pode ser utilizada em doses convencionais, sob orientação médica.
  • Prevenção cardiovascular: Comunemente, o AAS em baixa dose (geralmente 100 mg a 150 mg por dia) é utilizado para prevenir eventos trombóticos em pacientes de risco.

Riscos e cuidados

Apesar de sua eficácia, o uso de aspirina e AAS deve ser feito com cautela, pois podem causar efeitos colaterais, como:

  • Irritação gástrica e gastrite
  • Sangramentos
  • Reações alérgicas

Importante: A automedicação não é recomendada. Sempre consulte um profissional de saúde antes de iniciar qualquer tratamento com AAS ou aspirina.

Diferenças na Indicação e Dosagem

Para facilitar a compreensão, confira abaixo uma tabela com as principais indicações e dosagens.

Tipo de usoAspirinaAAS
Tratamento de dor e febreDose comum: 300 a 600 mg a cada 8hMesma dosagem, dependendo da apresentação
Prevenção de eventos cardiovascularesBaixa dose (75 a 150 mg/dia)Mesma dose, frequentemente usada neste contexto
Anti-inflamatórioDose mais elevada (600 a 1000 mg)Mesmas doses, dependendo do caso

Importância do uso responsável

A automedicação com aspirina ou AAS pode causar complicações sérias, incluindo sangramento gastrointestinal e problemas renais. Pessoas com problemas de coagulação, úlceras ou alergia à aspirina devem evitar seu uso sem orientação médica.

Para informações adicionais sobre o uso seguro de AAS e aspirina, consulte fontes confiáveis, como o Site da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ou o Portal da Sociedade Brasileira de Cardiologia.

Perguntas Frequentes

1. Aspirina e AAS são a mesma coisa?

Sim. Na prática, o termo AAS refere-se ao ácido acetilsalicílico, que é o princípio ativo presente na aspirina. Contudo, "aspirina" é uma marca comercial de medicamentos que contêm esse princípio ativo.

2. Posso usar aspirina e AAS interchangeavelmente?

Sim, pois ambos representam o mesmo princípio ativo. No entanto, é importante seguir a orientação médica e optar por produtos de marcas confiáveis e indicadas.

3. Quais os efeitos colaterais do AAS?

Os principais efeitos adversos incluem irritação gástrica, gastrite, sangramento e reações alérgicas. Pessoas com problemas de estômago ou que usam outros anticoagulantes devem ter atenção redobrada.

4. A aspirina ajuda na prevenção de infarto?

Sim. Em doses baixas, a aspirina tem ação antiplaquetária, ajudando a prevenir eventos cardiovasculares, como infarto do miocárdio. Entretanto, seu uso preventivo deve ser sempre avaliado por um médico.

Conclusão

A aspirina e o AAS não são exatamente a mesma coisa, mas estão diretamente relacionados. O AAS é o princípio ativo — Ácido Acetilsalicílico — presente em diversas marcas de medicamentos, incluindo a aspirina. Entender essa distinção é essencial para o uso consciente, seguro e eficaz deste medicamento.

O uso de aspirina em doses terapêuticas pode trazer benefícios inestimáveis na alívio da dor, controle da febre e prevenção de doenças cardiovasculares. Contudo, é fundamental respeitar recomendações médicas para evitar riscos à saúde.

Nunca se automedique e consulte profissionais de saúde para orientações específicas.

Referências