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Bruxismo: O que a Pessoa que Sofre Costuma Fazer? Dicas e Cuidados

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O bruxismo é um distúrbio que afeta muitas pessoas ao redor do mundo, muitas vezes de forma silenciosa e sem que elas percebam os danos que podem estar causando à saúde bucal. Se você ou alguém próximo a você sofre de bruxismo, entender o que essa condição implica e quais ações costuma desencadear é fundamental para buscar tratamentos eficazes e evitar complicações futuras. Neste artigo, abordaremos o que a pessoa que sofre de bruxismo costuma fazer, além de oferecer dicas, cuidados e orientações importantes para lidar com essa condição.

Introdução

O bruxismo é definido como o ato de ranger ou apertar os dentes de forma involuntária, predominantemente durante o sono, embora também possa ocorrer em estado de vigília. Segundo a Associação Americana de Odontologia do Sono, essa condição afeta cerca de 8% a 12% da população mundial, podendo causar problemas dentários, dores musculares faciais e distúrbios do sono.

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Muitas pessoas não estão conscientes de que estão praticando o bruxismo, o que torna ainda mais importante estar atento aos sinais e sintomas. Além disso, entender os comportamentos e ações frequentes de quem sofre dessa condição pode ajudar na identificação precoce e na busca por tratamento adequado.

O que a pessoa que sofre de bruxismo costuma fazer?

As ações e comportamentos associados ao bruxismo variam de pessoa para pessoa, mas alguns padrões são bastante comuns. Conhecer esses hábitos pode facilitar a detecção e o gerenciamento do problema.

H2: Sintomas e comportamentos frequentes

H3: Ranger ou ranger os dentes durante o sono

Um dos sinais mais característicos do bruxismo é o ranger ou apertar involuntário dos dentes, muitas vezes de madrugada, de forma imperceptível para quem sofre. Este comportamento, conhecido como bruxismo nocturno, é o mais comum.

H3: Apertar os dentes durante o dia

Algumas pessoas também apresentam o hábito de apertar ou tensionar os dentes em momentos de estresse ou ansiedade durante o dia, prática conhecida como bruxismo diurno.

H3: Dores na mandíbula e na cabeça

A tensão muscular gerada pelo bruxismo costuma causar dores na mandíbula, na região da face, além de cefaleias (dor de cabeça), que variam de intensidade e frequência.

H3: Desgaste dos dentes

O uso constante de força excessiva leva ao desgaste da superfície dental, que pode se apresentar como desgaste ácido, fragilidade e até fraturas.

SintomaDescriçãoFrequência
Ranger ou apertar os dentesMovimentos involuntários de ranger ou apertar os dentesNo sono ou durante o dia
Dores musculares faciaisDor na mandíbula, pescoço ou faceApós períodos de estresse ou no despertar
Dor de cabeçaCefaleia na região frontal ou temporalCom frequência ao acordar
Desgaste dentalLoss of enamel, fraturas ou sensibilidade dentáriaPresença em exames dentais
Sensibilidade aos dentesDor ou desconforto ao consumir alimentos quentes ou friosGeralmente em dentes desgastados

H2: Comportamentos comummente associados ao bruxismo

Além dos sinais físicos, o comportamento do indivíduo pode revelar hábitos relacionados ao bruxismo.

H3: Morder objetos não alimentares

Morder e mastigar objetos como canetas, lápis, unhas ou até mesmo objetos de plástico é comum entre pessoas que apresentam o hábito de bruxar sem perceber.

H3: Mastigar em excesso ou de forma irregular

Algumas pessoas têm o costume de mastigar constantemente, seja chicletes ou alimentos, o que pode contribuir para a tensão muscular na mandíbula.

H3: Congestão ou dor na região da cabeça

A sensação de pressão constante na cabeça, principalmente na região temporal, muitas vezes é um reflexo do esforço da musculatura facial, relacionado ao bruxismo.

H3: Ansiedade e estresse

O bruxismo frequentemente está associado a estados de ansiedade, nervosismo e estresse prolongado, que estimulam a ação de ranger ou apertar os dentes.

H2: Dicas e cuidados para quem sofre de bruxismo

Esteja atento às ações que você costuma fazer e busque implementar melhorias no seu cotidiano para reduzir os efeitos do bruxismo.

H3: Consultar um dentista especializado

A primeira ação recomendada é procurar um profissional odontológico que possa realizar uma avaliação completa e indicar o tratamento mais adequado, como uso de placa de contenção ou terapia comportamental.

H3: Técnicas de relaxamento

Praticar técnicas de relaxamento, como meditação, yoga ou exercícios de respiração profunda, ajuda a diminuir os níveis de estresse e reduzir o ranger dos dentes.

H3: Evitar alterações na rotina de sono

Estabelecer uma rotina de sono regular, evitar consumo de cafeína ou álcool antes de dormir, e criar um ambiente propício ao repouso contribuem para diminuir episódios de bruxismo noturno.

H3: Uso de placas de mordida

O uso de placas de mordida, feitas sob medida por um dentista, protege os dentes de desgastes e limita os movimentos de ranger durante o sono.

H3: Cuidados com a alimentação

Reduzir alimentos muito duros e viscosos que possam estimular o esforço mandibular também ajuda a diminuir a incidência de bruxismo.

H3: Tratamentos complementares

Além do uso de placas, terapias como fisioterapia, sessões de terapia cognitivo-comportamental e medicamentos relaxantes podem ser indicados em casos mais severos.

H2: Prevenção e manutenção

Prevenir o agravamento do bruxismo envolve cuidados contínuos e o acompanhamento do profissional de saúde bucal.

H3: Monitoramento regular

Realizar visitas periódicas ao dentista para verificar possíveis desgastes ou danos é essencial para manter a saúde bucal.

H3: Controle do estresse

Investir em atividades que promovam o bem-estar mental, como hobbies, exercícios físicos ou acompanhamento psicológico, ajuda a diminuir ações reflexas de tensão na boca.

H3: Educação e autocuidado

Estar bem informado sobre o bruxismo permite que a pessoa tome medidas proativas, além de reconhecer sinais precocemente.

Perguntas frequentes (FAQs)

1. O bruxismo pode desaparecer sozinho?

Embora alguns casos leves possam melhorar com mudanças de rotina e controle do estresse, a maioria dos casos requer intervenção de um profissional para evitar complicações a longo prazo.

2. Quais são os principais riscos do bruxismo não tratado?

Desgaste dental acentuado, fraturas nos dentes, dores musculares, distúrbios na articulação temporomandibular (ATM) e problemas de sono são alguns dos riscos associados ao não tratamento.

3. É possível conviver com o bruxismo sem tratamentos?

Algumas estratégias podem ajudar na convivência, mas o ideal é buscar acompanhamento odontológico para evitar danos permanentes.

4. Existem remédios para o bruxismo?

Medicamentos podem ser utilizados para aliviar a ansiedade ou a dor muscular, mas sempre sob orientação médica ou odontológica especializada.

Conclusão

O bruxismo é uma condição que, apesar de muitas vezes ser silenciosa, pode causar sérios prejuízos à saúde bucal, muscular e geral. A pessoa que sofre de bruxismo costuma ranger ou apertar os dentes, além de apresentar comportamentos como mastigar objetos ou sentir dores na mandíbula. Para prevenir complicações, é fundamental buscar orientação adequada de um profissional, adotar hábitos de relaxamento, cuidar da alimentação e evitar fatores de estresse.

A conscientização e o autocuidado são essenciais para minimizar o impacto dessa condição e melhorar a qualidade de vida. Lembre-se: tratamentos eficazes existem e, quanto mais cedo forem iniciados, melhores serão os resultados.

Referências

  • Associação Americana de Odontologia do Sono. Bruxismo: conceitos e tratamentos. Disponível em: https://aasm.org
  • Conselho Federal de Odontologia. Guia de Diagnóstico e Tratamento do Bruxismo. Disponível em: https://cfo.org.br
  • Sociedade Brasileira de Sono. Distúrbios do sono e bruxismo. Disponível em: https://sbsono.org.br

Quer saber mais sobre cuidados com a saúde bucal? Confira este artigo externo: Cuidados com a saúde bucal

Lembre-se: se suspeitar de bruxismo, consulte seu dentista para uma avaliação adequada e tratamento personalizado.