Enquanto os portões do festival não abrem, acompanhe o link "Eventos Paralelos" e descubra os shows gratuitos que irão acontecer pela cidade, ou visite algumas destas dicas que selecionamos:
Rio do Vento - Morangos Hidropônicos
Cultivo de morangos aliando tecnologia à música clássica e o melhor do rock'n roll. 
Os morangos hidropônicos Rio do Vento são produzidos a partir de mudas importadas e cultivadas em água pura da chuva, onde os nutrientes são colocados de acordo com as necessidades da planta. A eliminação da terra como meio de cultivo, faz com que as plantas fiquem livres da maioria das pragas e doenças, geralmente transmitidas pelos microorganismos presentes no solo, possibilitando a produção de frutos sem o uso de agrotóxicos. O cultivo em ambiente protegido (dentro de estufas com temperatura controlada), é outro fator importante para a obtenção de um produto de melhor qualidade, pois as plantas não sofrem a ação direta das chuvas, dos ventos, do sol e das geadas. Caixas de som espalhadas pelas estufas mantem ondas sonoras da melhor qualidade para os morangos hidropônico!!! Confira o resultado...
Além de saborear os sorvetes ao forno, tortinhas, sorvetes com calda de morango, amora e framboesa, tábuas de frios, chocolate quente, morangos com marshmellow e demais opções do cardápio, a Rio do Vento Hidroponia recentemente abriu sua hospedaria, construída com base em um casarão de 1871 da região das missões. 
Horário de funcionamento
Segunda a Sexta das 8 às 19 horas
Sábados e Domingos, das 8 às 20 horas.
(Durante o horário de verão aberto até as 20 e 21 horas respectivamente) 
Rio do Vento Hidroponia - RST 453, Km 154, Rota do Sol - www.riodovento.com.br 

http://www.youtube.com/watch?v=XviC0G0o_lQ
http://www.youtube.com/watch?v=YXhWvEHGChY

Igreja de São Pelegrino
A Igreja São Pelegrino é um templo 
Católico localizado em Caxias do Sul, no Brasil. Sua história está vinculada aos primórdios da imigração italiana e à fundação da cidade, e o edifício tem várias obras de arte em seu interior, com destaque para os painéis de Aldo Locatelli, que em 1951, inicia as pinturas da Igreja com o mural da Santa Ceia, de 90 metros quadrados de área. Seus trabalhos se prolongaram até 1960 com as telas da Via Sacra. No vestíbulo se localiza a réplica da Pietà de Michelangelo, doada pelo Papa Paulo VI em 20 de maio de 1975, nos cem anos da imigração italiana no Rio Grande do Sul. As portas de bronze da igreja são outra obra-prima, criadas por Augusto Murer, escultor de Belluno, Itália, e ilustram cenas da imigração. A concepção das portas iniciou-se em1969 e consumiu 14 anos de trabalho até a inauguração em outubro de 1983. O peso total das portas é de cerca de 7 toneladas e sua movimentação é feita através de motores elétricos.
Localiza-se a apenas 300 metros do festival, na Av. Itália esquina com a Av. Rio Branco e está aberta para visitação das 8 às 18h.

http://www.youtube.com/watch?v=HTEPtU1K5WI

Shopping San Pelegrino
Inaugurado no segundo semestre de 2010, o San Pelegrino se localiza entre a Antiga Estação Férrea e a histórica Igreja São Pelegrino. Até o inicio dos anos 60, o local abrigava uma das mais tradicionais vinícolas da Serra. A inspiração se deu há mais de uma década, quando um grupo de investidores da região liderou o inicio da implementação do shopping.
O San Pelegrino atrai o público por sua facilidade de acesso, pela moderna praça de alimentação e pela variedade de suas 115 lojas. Tudo isso está distribuído em seis pavimentos em um prédio com arquitetura moderna, com design arrojado e que possui certificação verde. A concretização do empreendimento foi capitaneado pela Gazit Brasil, subsidiária do grupo mundial Gazit-Globe, proprietário e gestor de mais de 620 empreendimentos imobiliários na América do Norte, Ásia, Europa, Oriente Médio e na América Latina.
HORÁRIOS:
Lojas: De segunda a sábado, das 10h às 22h. Domingo, das 14h às 20h.
Supermercado: Seg/sáb das 8:30h às 22:30h. Dom das 9h às 20h.
Praça de Alimentação: De segunda a domingo, das 10h às 22h.
Cinema: De segunda a segunda, das 13h às 22h30.
A menos de 200 metros do MDBF, na Av. Rio Branco, 425.

http://www.sanpelegrino.com.br
 
Museu Ambiência Casa de Pedra
Os imigrantes europeus na região nordeste do Rio Grande do Sul utilizaram a madeira e pedra - abundantes no território, e criaram uma arquitetura diferenciada. Um exemplar que resistiu ao tempo para testemunhar a história, foi a moradia do imigrante italiano Giuseppe
Lucchese, no final do século XIX,  na então denominada 9ª Légua de Caxias. A construção apresenta pedras assentadas e rejuntadas com barro, aberturas em pinho falquejado e janelas afixadas em tijolos artesanais.
Foi adquirida e pertenceu a Jacob Brunetta de 1913 a 1946 quando tornou-se propriedade de David Tomazzoni. Ao longo do tempo, em construções de madeira, outras atividades foram ali desenvolvidas como abatedouro de suínos, armazém, ferraria e outros.
Com a expansão urbana naquela região, especialmente dos bairros São José e Santa Catarina, a antiga edificação estava ameaçada. Em 1974, aproximando-se o centenário da imigração italiana no Rio Grande do Sul, o Município de Caxias do Sul negociou com a família Tomazzoni. Tornou-se proprietário da área e instalou o Museu Casa de Pedra, inaugurado em 14 de fevereiro de 1975, durante a Festa da Uva. Desde então, é um espaço de referência para a comunidade e para os visitantes. 
Revela o modo de vida cotidiano na pequena propriedade, centrado no trabalho familiar, em que se baseou a formação social, econômica e cultural de Caxias do Sul.
Na área externa, um parreiral relembra a principal cultura agrícola dos imigrantes italianos e seus descendentes, ao lado de outras árvores frutíferas e ornamentais, e de um forno, confeccionado artesanalmente com tijolos e barro. 
Internamente, o mobiliário e os adornos reconstituem o ambiente vivenciado. Na cozinha,  o rústico fogão encravado na pedra, as grandes panelas e os utensílios adequados à confecção dos alimentos: a polenta, a massa, o pão. Na sala, a mesa com muitos lugares, apropriada à família numerosa, os quadros e imagens de santos católicos de devoção, os objetos do artesanato feminino. No andar superior, o quarto com poucos e indispensáveis móveis.
Pelo fato de constituir-se, no seu todo, em ambientação autêntica do final do século XIX, recebeu a correta denominação museológica  – Museu Ambiência Casa de Pedra. Popularmente, é conhecida como Casa de Pedra.
Horário de Visitação:
Terça-feira a domingo, das 9h às 17h
Rua Matteo Gianella, s/nº
Bairro Santa Catarina 
Fone: (54) 3221.2423 e 3218.6114

Centro Municipal de Cultura - Dr. Henrique Ordovás Filho e Zarabatana Café
É um centro cultural do município de Caxias do Sul, mantido pela Prefeitura por meio da Secretaria Municipal da Cultura. O nome do Centro de Cultura é uma homenagem ao médico caxiense Henrique Ordovás Filho por ter exercido atividades comunitárias, humanistas e filantrópicas, principalmente na área pediátrica. Foi inaugurado em 9 de outubro de 2001, ocupando os prédios históricos da antiga Cantina Antunes. Suas instalações incluem uma sala de cinema, uma galeria de arte, um espaço multiuso, um café, um telecentro de acesso gratuito à internet, um teatro e um pequeno memorial da Cantina Antunes. O Centro também abriga diversos órgãos da Secretaria Municipal da Cultura, como as Unidades de Música, Teatro, Dança, Artes Visuais, Cinema e Vídeo, as coordenações dos Pontos de Cultura e Centros Comunitários, além da Companhia Municipal de Dança, Escola Preparatória de Dança, Academia Caxiense de Letras, Orquestra Municipal de Sopros e Coral Municipal.

http://centrodecultura.caxias.rs.gov.br/

Zarabatana Café
Caracteriza-se por uma proposta que proporciona uma mistura saudável entre um bom café, música e um agradável bate-papo em um espaço tranquilo e aconchegante.
Eventos culturais e música ao vivo de qualidade, privilegiando variadas expressões culturais com Jazz, Blues, Rock, MPB, entre outros, consolidando-se como um referencial para artistas, intelectuais e para a comunidade em geral.
Está situado junto ao Centro de Cultura Ordovás e oferece um amplo cardápio de cafés, chocolate quente, sucos diversos, pizzas, sopas, saladas, torradas, crepes, doces e salgados.
Horário de atendimento:
Segunda das 15h às 22h
Terça à sexta das 10h às 23h
Sábado, domingo e feriados das 15h às 23h
Rua Luiz Antunes, 312 - Bairro Panazzolo

Jardim Zoológico da Universidade de Caxias do Sul
Inaugurado em 1997, ocupa uma área de 20.000 m2 e possui um plantel de aproximadamente 120 animais de 48 espécies diferentes, entre répteis (8 sp), aves (25 sp) e mamíferos (15 sp). Cerca de 12 mil pessoas por mês visitam este local que se tornou uma das principais opções de lazer.
O Zôo funciona como centro de recuperação e abrigo de animais silvestres apreendidos em cativeiro ilegal, ou encaminhados pela comunidade em geral, quando são encontrados debilitados, feridos ou órfãos. Geralmente os animais que chegam ao Zôo são vítimas de arma de fogo, atropelamentos e maus-tratos, apresentando fraturas, luxações, desnutrição, penas cortadas, entre outras lesões. Também são comuns os filhotes órfãos, que requerem cuidados especiais, além de uma alimentação adequada, conforme a espécie e idade. Os animais apreendidos, ao ingressarem no Zoológico, são avaliados e posteriormente podem permanecer no Zôo, ser encaminhados para criadouros legalizados ou reintegrados à natureza, no caso de indivíduos recém-capturados.
Os profissionais do Zôo elaboram laudos técnicos periciais para a Polícia Federal, para o IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis) e para a PATRAM (Patrulha Ambiental da Brigada Militar), no caso de apreensão de animais silvestres em situação irregular, ou de carcaças abatidas. Como espaço universitário, o Zôo também realiza atividades de educação ambiental e fornece suporte didático e científico ao curso de Ciências Biológicas.
De terça a domingo das 8h às 17:45h.

UCS Aquarium
Em 11 de outubro de 2001, foi inaugurado o UCS Aquarium, um conjunto de 21 aquários, somando aproximadamente 50.000 litros de água, que reúne para fins de exposição e estudo cerca de 2 mil indivíduos de 90 espécies entre cnidários, equinodermos, crustáceos, peixes e répteis.
São 19 aquários de água doce, com espécies oriundas das Américas do Sul e Central, África, Europa e Ásia. Os 2 aquários marinhos possuem espécies principalmente do Oceano Atlântico e Pacífico.
Além dos aquários os visitantes contam com painéis que retratam os ecossistemas aquáticos, enfatizando temas como a cadeia alimentar, o tempo de degradação do lixo no mar, o mapa mundi e os peixes do litoral do Brasil.
Das 8h às 11h30min e das 13h30min às 18h, de terça a sexta-feira 
Das 14h às 17h, nos sábados e domingos, de acordo com o calendário acadêmico da UCS

Museu de Ciências Naturais
O Museu de Ciências Naturais da Universidade de Caxias do Sul é um centro de estudos na área das ciências biológicas, com finalidades culturais, acadêmicas, de pesquisa científica e de difusão do conhecimento.
Instalado na Cidade Universitária, o Museu iniciou suas atividades em 1984 com as pesquisas desenvolvidas na área da Botânica e, desde os primeiros anos de seu funcionamento, desempenha um importante papel de apoio e estímulo às atividades desenvolvidas pela UCS na área das ciências naturais.
Em 1995, o Museu foi transferido para um prédio de 1.650 m², construído especialmente para abrigá-lo, que dispõe de espaços para exposições permanentes e temporárias, salas de aula, laboratórios de pesquisa e ambientes especiais, adequados para abrigar os diferentes tipos de materiais que integram o seu acervo.
Aberto de terça a domingo, o Museu é um espaço que privilegia o estudo do ambiente natural da região, promovendo a difusão de conhecimentos, comportamentos e valores voltados para a conservação e preservação dos recursos naturais e dos elementos que compõem os ecossistemas da região e do estado do Rio Grande do Sul.
Das 8h às 11h30min e das 13h30min às 18h, de terça a sexta-feira 
Das 14h às 17h, nos sábados e domingos, de acordo com o calendário acadêmico da UCS

Museu da Uva e do Vinho em Forqueta
A atividade marcante na região de colonização italiana no Rio Grande do Sul foi a vitivinicultura. Foi por meio dela que obteve-se algo mais que a própria sobrevivência na pequena propriedade rural. Apesar dos acidentes geográficos, do solo muitas vezes pobre, a uva Isabel expandiu-se, resistindo às pragas. Firmou uma paisagem cultural inconfundível. 
Cantinas domésticas, vinícolas e produtores sempre tiveram  dificuldades com a expansão do mercado comercial. Em 1929, diante de uma grave crise do setor, um grupo de produtores reuniu-se e formou a Cooperativa Vitivinícola Forqueta, a primeira do gênero na América Latina. Ainda em funcionamento, seu amplo prédio é também um testemunho arquitetônico e bem cultural. Por meio de uma parceria entre a Cooperativa e a Secretaria da Cultura/ Departamento de Memória e Patrimônio Cultural, constituiu-se o Museu da Uva e do Vinho Primo Slomp, em 2002, ocupando pequena parte da edificação.
A exposição de longa duração reúne peças, objetos, utensílios e equipamentos que demonstram a fase artesanal do fabrico do  vinho, momento histórico em que se deu a afirmação econômica do imigrante e de seus descendentes. Este acervo foi formado por várias doações de particulares e reunido pelo Museu Municipal, ao longo do tempo, portanto representativo de uma identidade cultural.
Também estão expostos utensílios relativos ao cultivo e colheita da uva e recipientes para seu armazenamento, além de instrumentos de trabalho característicos dos ofícios correlatos – artesãos da cestaria e da tanoaria. Pode-se observar o esmero e a técnica no uso da madeira, do pequeno barril às grandes pipas onde o vinho aguardaria maturação.
Em espaço contíguo, a Cooperativa instalou o Espaço Cultural. Além da degustação e/ou aquisição dos vinhos, sucos e produtos coloniais, o visitante pode ser surpreendido por apresentações do Grupo Felice Persone – canções e histórias bem humoradas – autêntico representante desta tradição italiana denominada “filó”.
Horário de Visitação:
Das 9h às 17h, terça a domingo.
Rua  Luiz  Franciosi Sério, 350 - Forqueta

Chateau Lacave
O Castelo Lacave é o resultado de um sonho do empreendedor uruguaio Juan Carrau, que seguiu uma planta original de um Castelo Medieval espanhol do século XI.
Seu objetivo era montar ali uma vinícola e elaborar vinhos finos, e essa tradição é mantida até hoje.
A construção do castelo iniciou em 1968 e durou 10 anos.
Desde 2001, o Lacave é administrado pela Família Basso, tradicional na região no ramo vitivinícola.
O Castelo Lacave hoje é um marco turístico para a região, recebendo turistas de todos os lugares.
Domingos e Segundas das 10:30 às 15:30
Terças a Sábados das 08:00 às 19:00
BR 116 - Km 143 






 





 
 





 
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